CONTRA A USINA DE BELO MONTE - INFELIZMENTE ATÉ A MINISTRA DOS DIREITOS HUMANOS CERCEIA A MANIFESTAÇÃO DA POPULAÇÃO AFETADA.
LEIAM ABAIXO - NOTA DO XINGU VIVO PARA SEMPRE EM 20/03/2012.
TERÇA-FEIRA,
20 DE MARÇO DE 2012
Ministra dos Direitos Humanos impede leitura de nota pública e retira
questionamentos a Belo Monte de relatório
Ato autoritário ocorreu durante reunião da Comissão de Direitos da
Pessoa Humana, em Brasília
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da
República, Maria do Rosário, não concedeu a palavra aos representantes da
sociedade civil convidados para a reunião desta segunda-feira, 19, do Conselho
de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH). Na ocasião foi apresentado e
votado o Relatório de Impressões sobre as Violações de Direitos Humanos da
Terra do Meio, no Pará, executada pela Comissão Especial designada pelo CDDPH.
Depois de apelar para o regimento interno do conselho, que diz que os presentes
só podem se manifestar após a deliberação dos conselheiros, a ministra mudou
repentinamente de pauta sem oferecer a possibilidade de fala.
Isso porque o conselho aprovou de forma parcial o relatório, excluindo
todos os questionamentos e recomendações relacionados à construção da Usina
Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, apresentados pelo relator Leonardo
Sakamoto. Com a informação de que Maria do Rosário tinha determinado que o
relator retirasse as referências às violações decorrentes da construção da usina,
cerca de 50 organizações da sociedade civil construíram nota conjunta
denunciando tal postura da ministra e defendendo o relatório, não modificado
por Sakamoto.
O assessor jurídico do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) Adelar
Cupsinski foi o escolhido para ler a nota. “Mesmo depois de não conceder espaço
para a leitura da nota pública, a ministra rebateu a nota dizendo que não
interveio nas funções do relator, conforme foi divulgado pela imprensa e
sociedade civil”, disse Adelar. O advogado e indígenas presentes insistiram em
vão pelo direito de falar. A ministra, seguindo em suas manifestações de claro
abuso de poder e arbítrio, criticou duramente o Ministério Público Federal do
Pará (MPF/PA) por ter solicitado e dado prazo para a apresentação do relatório.
Maria do Rosário disse que todas as questões relacionadas a Belo Monte
serão encaminhadas ao Comitê Gestor, que acompanha a construção da usina, mas
não tem tido atuação nenhuma na região. O relatório da Terra do Meio terá
seguimento, porém com outro relator, pois o atual pediu para sair da função.
Porém antes, Sakamoto solicitou que a comissão acolha os relatos e as
reivindicações da sociedade civil, bem como encaminhe as violações de direitos
humanos que acontecem nas regiões afetadas pela construção de Belo Monte.
Alguns conselheiros, apesar de votarem pela aprovação parcial do
relatório, se posicionaram dizendo que a Terra do Meio será afetada pela
construção da usina, sobretudo nos aspectos sociais. Tais contradições aparecem
em vários episódios envolvendo Belo Monte: quando o presidente da Fundação
Nacional do Índio (Funai) Márcio Meira assinou laudo dizendo que a obra não
afetaria as comunidades indígenas, contrariou o parecer técnico do próprio
órgão. Truculência e despotismo movimentam a usina antes mesmo das águas do rio
Xingu.
No entanto, cabe ressaltar que Maria do Rosário é apenas mais um joguete
controlado pela mão de ferro da presidenta Dilma Rousseff, que de forma
inescrupulosa transforma a máquina estatal num rolo compressor sobre
comunidades indígenas, ribeirinhas e camponesas afetadas pela obra e que
disseram não para Belo Monte. A Advocacia Geral da União (AGU) chegou a
interpelar judicialmente o procurador federal do Pará Felício Pontes, pedindo
para que ele não atuasse mais sobre questões envolvendo a usina.
Divulgamos aqui a nota pública censurada pela ministra Maria do Rosário
durante a sessão desta segunda-feira, 19, do CDDPH.
NOTA PÚBLICA
19 de março de 2012
Criado em 16 de março de 1964 – apenas duas semanas antes do golpe
militar que instaurou o regime de exceção no país - o Conselho de Defesa
dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) é dos órgãos colegiados mais antigos da
República e de fundamental relevância para a promoção e defesa dos direitos
humanos no Brasil.
Na última semana, a valorosa história de autonomia e independência deste
Conselho foi gravemente maculada.
Como é de conhecimento público, há quase um ano, este Conselho instituiu
– através da Resolução n.3, de 24 de maio de 2011 – uma Comissão Especial para
apurar denúncias de violações dos direitos humanos, “com o objetivo de levantar
dados e informações pertinentes sobre os casos de violência no campo e sugerir
providências junto às autoridades responsáveis” na região da Terra do Meio, no
Pará.
Pela primeira vez na história deste Conselho, diante da injustificada
morosidade da Presidente do CDDPH em apresentar o relatório da Comissão
Especial para apreciação, o Ministério Público Federal expediu uma requisição
formal para que, no prazo de 10 dias, o documento fosse apresentado e que
fossem explicitados os motivos da demora na apreciação do mesmo.
Não bastasse isso, de acordo com notícias veiculadas pela Agência Brasil
(Empresa Brasileira de Comunicação) – e que não foram em nenhum momento
desmentidas pela Secretaria de Direitos Humanos – a ministra Maria do Rosário
Nunes pediu ao Relator da Comissão Terra do Meio que modificasse o teor do seu
relatório e que não abordasse as denúncias de violações de direitos humanos
decorrentes da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Segundo o
próprio representante do Ministério Público Federal, a ministra pediu que fosse
retirado qualquer menção sobre Belo Monte do relatório.
A não apresentação do documento para apreciação deste Conselho e o
pedido de reformulação do parecer do Relator constituem evidentes e gravíssimos
atos de ingerência e arbitrariedade praticados pela mais alta autoridade de
direitos humanos do Poder Executivo federal contra a autonomia e a
independência do CDDPH.
Tornamos público nosso repúdio por esta ameaça de censura. O princípio
da imparcialidade deve ser a tônica da atuação da Presidência do CDDPH, que não
pode de forma alguma privilegiar os interesses do atual governo – bem como dos
demais grupos privados que participam da construção da Usina Hidrelétrica de
Belo Monte – em detrimento do direito à informação e à transparência e em total
desrespeito aos homens e mulheres que vem sendo violentados com a execução
deste mega-projeto.
No último ano, por exemplo, a violência sexual contra crianças e
adolescentes aumentou mais de 130% na região de Altamira. Há um expressivo
aumento da mortalidade infantil e os casos de malária vem se acentuando.
A instância máxima de direitos humanos do país deve atuar para promover
e proteger os direitos humanos de todos os cidadãos e comunidades e não
para esconder as graves violações de direitos humanos, arbitrariedades e
impactos ambientais que um projeto como o de Belo Monte vem acarretando. Em
respeito a este Honorável Conselho, a atual ministra da Secretaria de Direitos
Humanos e presidente em exercício do CDDPH deve explicações à toda sociedade
brasileira.
O CDDPH não pode se omitir nem compactuar com a arbitrariedade e com a
violação ao direito à transparência e â informação. Muito menos pode
deixar de ouvir as vozes de milhares de brasileiros que têm sido
atingidos e sofrido graves violações de direitos humanos em decorrência da
construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.
EM DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS DOS POVOS DO XINGU
EM RESPEITO À HISTÓRIA DE AUTONOMIA E INDEPENDÊNCIA DO CDDPH
PELO DIREITO À INFORMAÇÃO, À VERDADE E À JUSTIÇA
Subscrevem:
- Associação Indígena Tembé de Santa Maria do Pará (AITESAMPA)
- Comissão Pastora da Terra (CPT/PA)
- Comitê Dorothy
- Companhia Papo Show
- Juntos! Coletivo de Juventude
- Central Sindical e Popular CONLUTAS
- Diretório Central dos Estudantes da UFPA
- Associação Paraense de Apoio às Comunidades Carentes (APACC)
- Diretório Central dos Estudantes da UNAMA
- Instituto Universidade Popular (UNIPOP)
- Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense (FMAP)
- Fundação Tocaia (FunTocaia)
- Conselho Indigenista Missionário Regional Norte II (CIMI)
- Fórum da Amazônia Oriental (FAOR)
- TÔ! Coletivo – Coletivo de Juventude
- Fórum Social Pan-amazônico (FSPA)
- Associação dos Empregados do Banco da Amazônia (AEBA)
- Instituto Amazônia Solidária e Sustentável (IAMAS)
- Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade do Estado do Pará (MMCC-PA)
- Movimento Luta de Classes (MLC)
- Associação Sindical Unidos Pra Lutar
- Mana-Maní Círculo Aberto de Comunicação, Educação e Cultura
- Movimento Hip-Hop da Floresta (MHF/NRP)
- Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
- Instituto Amazônico de Planejamento, Gestão Urbana e Ambiental (IAGUA)
- Diretório Central dos Estudantes da UEPA
- Partido Comunista Revolucionário (PCR)
- Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH)
- Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal do Pará (SINTSEP/PA)
- Movimento Estudantil Vamos à Luta
- Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN)
- Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU)
- Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Gestão Ambiental do Estado do Pará (SINDIAMBIENTAL)
- Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Marituba (SINTRAM)
- Vegetarianos em Movimento (VEM)
- Assembléia Nacional dos Estudantes Livre (ANEL)
- Associação dos Concursados do Pará (ASCONPA)
- Pastorais Sociais Ampliadas da Diocese de Marabá
- Associação Indígena Te Mempapytarkate Akrãtikatêjê da Montanha
- Movimento Xingu Vivo Para Sempre
- Movimento de Mulheres Trabalhadoras de Altamira Campo e Cidade
- Movimento Negro da Transamazônica e Xingu,
- Movimento de Mulheres Campo e Cidade Regional Transamazônica e Xingu
- Mutirão Pela Cidadania
- Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de Belém e Ananindeua
- Partido Comunista Brasileiro (PCB)
- Sintepp
- Sintprevs
- MLP - Movimento de luta popular/PA
- Círculo Palmarino/PA
- Intersindical
- Associação Indígena Tembé de Santa Maria do Pará (AITESAMPA)
- Comissão Pastora da Terra (CPT/PA)
- Comitê Dorothy
- Companhia Papo Show
- Juntos! Coletivo de Juventude
- Central Sindical e Popular CONLUTAS
- Diretório Central dos Estudantes da UFPA
- Associação Paraense de Apoio às Comunidades Carentes (APACC)
- Diretório Central dos Estudantes da UNAMA
- Instituto Universidade Popular (UNIPOP)
- Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense (FMAP)
- Fundação Tocaia (FunTocaia)
- Conselho Indigenista Missionário Regional Norte II (CIMI)
- Fórum da Amazônia Oriental (FAOR)
- TÔ! Coletivo – Coletivo de Juventude
- Fórum Social Pan-amazônico (FSPA)
- Associação dos Empregados do Banco da Amazônia (AEBA)
- Instituto Amazônia Solidária e Sustentável (IAMAS)
- Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade do Estado do Pará (MMCC-PA)
- Movimento Luta de Classes (MLC)
- Associação Sindical Unidos Pra Lutar
- Mana-Maní Círculo Aberto de Comunicação, Educação e Cultura
- Movimento Hip-Hop da Floresta (MHF/NRP)
- Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
- Instituto Amazônico de Planejamento, Gestão Urbana e Ambiental (IAGUA)
- Diretório Central dos Estudantes da UEPA
- Partido Comunista Revolucionário (PCR)
- Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH)
- Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal do Pará (SINTSEP/PA)
- Movimento Estudantil Vamos à Luta
- Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN)
- Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU)
- Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Gestão Ambiental do Estado do Pará (SINDIAMBIENTAL)
- Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Marituba (SINTRAM)
- Vegetarianos em Movimento (VEM)
- Assembléia Nacional dos Estudantes Livre (ANEL)
- Associação dos Concursados do Pará (ASCONPA)
- Pastorais Sociais Ampliadas da Diocese de Marabá
- Associação Indígena Te Mempapytarkate Akrãtikatêjê da Montanha
- Movimento Xingu Vivo Para Sempre
- Movimento de Mulheres Trabalhadoras de Altamira Campo e Cidade
- Movimento Negro da Transamazônica e Xingu,
- Movimento de Mulheres Campo e Cidade Regional Transamazônica e Xingu
- Mutirão Pela Cidadania
- Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de Belém e Ananindeua
- Partido Comunista Brasileiro (PCB)
- Sintepp
- Sintprevs
- MLP - Movimento de luta popular/PA
- Círculo Palmarino/PA
- Intersindical
Movimento Xingu Vivo Para Sempre
Justiça Global
Sociedade Paraense de Direitos Humanos – SDDH
Prelazia do Xingu
Conselho Indigenista Missionário – CIMI
CESE - Coordenadoria Ecumênica de Serviço
Dignitatis - Assessoria Técnica Popular
Centro de Assessoria Popular Mariana Criola
Conectas Direitos Humanos
Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais
PACS – Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul
Rios Internacionais – Brasil
Associação Inter-Americana de Defesa Ambiental - AIDA
Amazon Watch
Terra de Direitos
KOINONIA – Presença Ecumênica e Serviço
Fórum da Amazônia Oriental – FAOR
Fórum de Mulheres da Amazônia Parense
Rede de Mulheres Empreendedoras da Amazônia
APA-TO - Alternativas para a Pequena Agricultura no Tocantins
ABO - Associação Brasileira dos Ogãs
AOMT BAM - Associação das Organizações das Mulheres Trabalhadoras do
Baixo Amazonas
AART -AP - Associação de Artesãos do Estado do Amapá
ACANH - Associação de Comunicação Alternativa Novo Horizonte
ADCP - Associação de Divisão Comunitária e Popular
AGLTS - Associação de gays, lésbicas e transgêneros de Santana
AHPRIM - Associação de Hortifrutigranjeiros Pescadores e Ribeirinhos de
Marabá
AMQCSTA - Associação de Moradores Quilombolas da Comunidade de São Tomé
do Aporema
AMAP - Associação de Mulheres do Abacate da Pedreira
AMVQC - Associação de Mulheres Mãe Venina do Quilombo do Curiaú
APREMA - Associação de Proteção ao Riacho Estrela e Meio Ambiente
AMOB - Associação dos Moradores do Bengui
AEM - Associação Educacional Mariá
ASSEMA - Associação em Áreas de Assentamento no Estado do Maranhão
GBNM - Associação Grupo Beneficente Novo Mundo
APACC - Associação Paraense de Apoio às Comunidades Carentes
ACUMNAGRA - Associação Sóciocultural de Umbanda e Mina Nagô
Encanto - Casa Oito de Março - Oragnização Feminista do Tocantins
CCN - CENTRO DE CULTURA NEGRA DO MARANHÃO
CEDENPA - Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará
CENTRO TIPITI - Centro de Treinamento e Tecnologia Alternativa Tipiti
CPCVN - Centro Pedagógico e Cultural da Vila Nova
CPDC - CENTRO POPULAR PELO DIREITO A CIDADE.
CJ-PA - Coletivo Jovem de meio Ambiente do Pará
CPT - Comissão Pastoral da Terra
COMSAÚDE - Comunidade de saúde, desenvolvimento e educação
CONAM - Confederação Nacional das Associações de Moradores
CONAM - Confederação Nacional das Associações de Moradores
Cimi - Conselho Indigenista Missionário Regional N II
COMTRABB - Cooperativa de Mulheres Trabalhadoras da Bacia do Bacanga
COOPTER - Cooperativa de Trabalho, Assistencia Técnica, Prestação de
Serviço e Extensão Rural
FAMCOS - Federação das Associações de Moradores e Organizações
Comunitárias de Santarém
FECAP - Federação das Entidades Comunitárias do Estado do Amapá
FECARUMINA - Federação de Cultos Afroreligiosos de Umbanda e Mina Nagô
FASE - FEDERAÇÃO DE ÓRGÃOS PARA ASSISTÊNCIA SOCIAL E EDUCACIONAL -
Programa Amazônia
FETAGRI-PA - Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura
do Estado do Pará
FÓRUM CARAJÁS - Fórum Carajás
Fórum dos Lagos - Fórum de Participação Popular em Defesa dos Lagos
Bolonha e Água Preta e da APA/Belém
FMS BR163 - Forum dos Movimentos Sociais da Br 163 Pa
FunTocaia - Fundação Tocaia
GHATA - Grupo das Homossexuais Thildes do Amapá
GMB - Grupo de Mulheres Brasileiras
ISAHC - Instituto de Desenvolvimento Social e Apoio aos Direitos Humanos
Caratateua
IDA - INSTITUTO DE DIVULGAÇÃO DA AMAZÔNIA
IMENA - Instituto de Mulheres Negras do Amapá
EcoVida - INSTITUTO ECOVIDA
ISSAR - Instituto Saber ser Amazônia Ribeirinha
ITV - Instituto Trabalho Vivo
UNIPOP - Instituto Universidade Popular
SNDdeN - IRMÃS DE NOTRE DAME DE NAMUR
MMM - AP - Marcha Mundial das Mulheres
MSTU - MOVIMENTO DOS TRABALHADORES SEM TETO URBANO
MMIB - MOVIMENTO DE MULHERES DAS ILHAS DE BELÉM
MOEMA - MOVIMENTO DE MULHERES EMPREENDEDORAS DA AMAZONIA
MOPROM - MOVIMENTO DE PROMOÇÃO DA MULHER
MRE - MOVIMENTO REPÚBLICA DE EMAÚS
Mulheres de Axé - Mulheres de Axé
SINDOMESTICA - Sindicato das Empregadas Domésticas do Estado do Amapá
STTR/STM - Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de
Santarém
SINDNAPI - AP - Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e
Idosos da Força Sindical
STTR MA - Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais
SODIREITOS - SOCIEDADE DE DEFESA DOS DIREITOS SEXUAIS NA AMAZÔNIA
UFCG - União Folclórica de Campina Grande
UMAMLAJ - União Municipal das Associação Morodores de Laranjal do Jari
Postado por xingu vivo para sempre às 10:01

