Dilma reúne núcleo duro do governo para discutir impeachment
do BOL, em São Paulo
-
Evaristo Sá - 17.jun.2015/AFP
12.out.2015 - A presidente Dilma Rousseff
Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, Dilma Rousseff reuniu
pelo terceiro dia consecutivo o núcleo duro do governo federal para
discutir a possibilidade de abertura na Câmara dos Deputados de um
processo de impeachment contra o seu mandato.
A petista
recebeu no Palácio do Alvorada os ministros Jaques Wagner (Casa Civil),
Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), José Eduardo Cardozo
(Justiça) e o assessor especial Gilles Azevedo. Os quatro foram
escalados pela petista para encontrar saídas para desarmar a estratégia
do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O
roteiro traçado pelo peemedebista com os partidos de oposição do
governo federal prevê que ele deflagre o processo de impeachment nesta
terça-feira (13), quando deve avaliar o pedido de afastamento da petista
feito pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior.
A
tendência é que o presidente da Câmara dos Deputados arquive o pedido,
levando a oposição a entrar com recurso em plenário —que poderá
prosperar se aprovado por 257 deputados.
A avaliação do Palácio
do Planalto é de que, caso o recurso da oposição seja aprovado no
plenário da Câmara dos Deputados, será difícil reverter o afastamento da
petista.
Com a ameaça de ser deflagrado o processo, o governo
federal articula estratégia para frear a movimentação do presidente da
Câmara dos Deputados. O Palácio do Planalto tentará carimbar nele a
imagem de que age por motivos pessoais, ou seja, por vingança contra a
petista.
É uma tentativa de enfraquecer sua legitimidade para dar prosseguimento a um pedido de afastamento da presidente.
(Com informações do jornal Folha de S.Paulo)
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do BOL, em São Paulo
- Evaristo Sá - 17.jun.2015/AFP
12.out.2015 - A presidente Dilma Rousseff
A petista recebeu no Palácio do Alvorada os ministros Jaques Wagner (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), José Eduardo Cardozo (Justiça) e o assessor especial Gilles Azevedo. Os quatro foram escalados pela petista para encontrar saídas para desarmar a estratégia do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O roteiro traçado pelo peemedebista com os partidos de oposição do governo federal prevê que ele deflagre o processo de impeachment nesta terça-feira (13), quando deve avaliar o pedido de afastamento da petista feito pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior.
A tendência é que o presidente da Câmara dos Deputados arquive o pedido, levando a oposição a entrar com recurso em plenário —que poderá prosperar se aprovado por 257 deputados.
A avaliação do Palácio do Planalto é de que, caso o recurso da oposição seja aprovado no plenário da Câmara dos Deputados, será difícil reverter o afastamento da petista.
Com a ameaça de ser deflagrado o processo, o governo federal articula estratégia para frear a movimentação do presidente da Câmara dos Deputados. O Palácio do Planalto tentará carimbar nele a imagem de que age por motivos pessoais, ou seja, por vingança contra a petista.
É uma tentativa de enfraquecer sua legitimidade para dar prosseguimento a um pedido de afastamento da presidente.
(Com informações do jornal Folha de S.Paulo)