"Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos", disse Marina ao ler nota.
Em documento divulgado pela campanha de Aécio, ele se comprometeu a garantir ao Executivo o papel de demarcação de terras indígenas, a ampliar a reforma agrária e acabar com a reeleição de cargos do Executivo.
O único dos principais pontos que ficou de fora do documento lido por Aécio foi a redução da maioridade penal, que Marina é contra.
"Quero, de início, deixar claro que entendo esse documento como uma carta compromisso com os brasileiros, com a nação. Rejeito qualquer interpretação de que seja dirigida a mim, em busca de apoio", disse a ex-senadora.
Minutos após a declaração de apoio, Aécio agradeceu o gesto. "Hoje, com a benção de Nossa Senhora Aparecida, é um dia glorioso para a nossa campanha. Recebo com muita honra e responsabilidade o apoio de Marina Silva. A partir de agora somos um só corpo, um só projeto", disse no santuário de Nossa Senhora Aparecida (a 180 km de São Paulo).
Ao apoiar o tucano, Marina não repete o que fez em 2010, quando também terminou o pleito na terceira posição. Na ocasião, ela preferiu ficar neutra em relação à disputa entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).
UOL acompanha a reta final da campanha presidencial
Marina comparou Aécio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). "Ao final da presidência de Fernando Henrique Cardoso [1995-2002], a sociedade brasileira demonstrou que queria a alternância de poder, mas não a perda da estabilidade econômica. E isso foi inequivocamente acatado pelo então candidato da oposição, Lula, num reconhecimento do mérito de seu antecessor", leu a ex-senadora, que foi ministra do Meio-Ambiente no governo petista.
"Agora, novamente, temos um momento em que a alternância de poder fará bem ao Brasil (...) Aécio retoma o fio da meada virtuoso e corretamente manifesta-se na forma de um compromisso forte, a exemplo de Lula em 2002, que assumiu compromissos com a manutenção do Plano Real, abrindo diálogo com os setores produtivos", declarou.
Votos válidos
IBOPE PRESIDÊNCIA
Aécio Neves
Dilma Rousseff
51%
49%
- 09/10/2014
Ao declarar o apoio, Marina declarou que tomou a decisão após os partidos da sua coligação anunciarem suas posições no segundo turno.
12.out.2014 - O candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, esteve neste domingo em Aparecida (SP) para acompanhar as celebrações do dia da padroeira do Brasil. Ele aproveitou a ocasião para comentar o apoio de Marina Silva, derrotada no primeiro turno, a sua candidatura. "Somos um só corpo, um só projeto", disse Marcelo Brammer/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo
DO BLOG DO MÁRIO MAGALHÃES
http://blogdomariomagalhaes.blogosfera.uol.com.br/2014/10/10/katia-abreu-no-programa-de-dilma-na-tv-o-que-diria-chico-mendes/
Kátia Abreu no programa de Dilma na TV: o que diria Chico Mendes?
Mário Magalhães
Contrariados com a adoção de bandeiras mais conservadoras por Marina Silva, antigos companheiros da ex-senadora repetiram a pergunta nas últimas semanas: o que diria Chico Mendes? Como se sabe, Marina militou no Acre ao lado do sindicalista assassinado (“ambientalista'' é fraude histórica). O questionamento-provocação tem, vá lá, suas razões. Pois ontem começou na TV o horário eleitoral do segundo turno (para ler reportagem do UOL e assistir às propagandas de Dilma Rousseff e Aécio Neves, basta clicar aqui). No geral, o de sempre, cada marqueteiro tentando vender o que seu candidato presidencial supostamente tem de bom e buscando esconder o que de fato tem de ruim. A surpresa da noite foi a aparição da senadora reeleita Kátia Abreu (PMDB-TO) no programa de Dilma. Com o tradicional acento combativo, a senadora disse: “Ela [a presidente] tem força de trabalho, força interior, e quer um Brasil cada vez melhor''. Para quem não sabe, Kátia Abreu é líder da bancada ruralista, presidiu a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), transformou-se na porta-voz mais tonitruante do latifúndio, virou musa da direita mais empedernida. Falar mal de Marina é fácil. Evocar Chico Mendes (1944-1988) e atacar de Kátia Abreu na TV constitui farisaísmo. A propósito, ao ver o programa de ontem, o que diria Chico Mendes? ( O blog está no Facebook e no Twitter )
Mário Magalhãesnasceu no Rio em 1964. Formou-se em jornalismo na UFRJ. Trabalhou nos jornais “Folha de S. Paulo”, “O Estado de S. Paulo”, “O Globo” e “Tribuna da Imprensa”. Recebeu mais de 20 prêmios. É autor da biografia “Marighella – O guerrilheiro que incendiou o mundo”. Leia mais
“Não podemos cair numa aventura regressiva”, diz Marilena Chauí
setembro 16, 2014 14:40
Em ato político, artistas e intelectuais reafirmam apoio a Dilma Rousseff e classificam Marina Silva como “uma aventura” Por Marcelo Hailer
Aconteceu nesta segunda-feira (15) o ato #RedeCulturaComDilma, que marca o apoio de vários artistas e intelectuais à candidatura da presidenta Dilma Rousseff (PT) à reeleição. Um manifesto assinado por Chico Buarque, Marieta Severo, Otto, Beth Carvalho, Marilena Chauí, entre outros, foi lançado na tarde desta segunda. No documento, os signatários declararam que o Brasil não pode “permitir o retrocesso”.
A primeira a falar e declarar o seu apoio a Dilma Rousseff foi Ana Paula Oliveira, do Coletivo Matutada, um dos pioneiros a ser contemplados pela política dos Pontos de Cultura. Ela ressaltou a importância de tal política para as periferias do Brasil. “As cotas e os Pontos de Cultura foram uma revolução. Sou fruto de um Ponto de Cultura, posso citar aqui o Fora do Eixo, a Cooperifa. É por tudo isso que estou na rede de apoio à presidenta. Estamos prontos pra construir uma política de cultura na periferia, não apenas como reparação. Estamos prontos para ser o maior eixo de cultura desse país”, disse Oliveira.
Posteriormente à fala de Oliveira, o evento prestou uma homenagem ao arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), que esteve presente no último evento de apoio dos artistas e intelectuais à campanha de Dilma, em 2010. Este ano, ele foi representado pelo filho Paulo Niemeyer no ato. Durante a celebração da memória do homem que desenhou Brasília, o público gritava “Oscar Niemeyer, presente”, uma forma clássica de celebrar aqueles que já se foram.
Após a homenagem, foi a vez da filósofa e professora da USP (Universidade São Paulo), Marilena Chauí, declarar o seu apoio à presidenta. “Eu amo o PT, eu amo o Lula, eu amo a Dilma e é esse amor que me traz aqui hoje, pois eu amo a liberdade”, declarou Chauí, que depois comentou a respeito da polarização entre Dilma Rousseff e Marina Silva.
“Eu julgo que as candidaturas estão polarizadas de uma maneira que convoca a nós, intelectuais, artistas, estudantes, para uma tarefa profunda e intensa: a polarização entre um caminho com um rumo seguro, certeiro, do começo até agora e o risco de uma aventura regressiva. Não é apenas regressão, é aventura. Temos que esclarecer o povo brasileiro para que essa aventura não venha destruir anos e anos de construção econômica, cultural e social”, defendeu a professora.
Por fim, Marilena Chauí disse não entender algumas posições de Marina Silva. “Não posso compreender como alguém que não gosta da política pode aspirar pelo posto mais alto da República e, se você não tem um partido que trabalha com você, como é que você vai fazer isso se não tem partido? Ou vai ser marionete ou a imperatriz da China. Estou convocando os intelectuais, os artistas, os estudantes para esta tarefa de ajudar a esclarecer a sociedade brasileira, pois o povo tem um caminho perfeito que está dado”, disse.
Antes do teólogo Leonardo Boff iniciar a sua explanação, a cantora Beth Carvalho pediu o microfone e fez uma rápida canja. “Deixa a Dilma me levar/ Dilma leva eu/ Dilma Dilma Dilma/ Todo mundo é com a Dilma”, cantou Beth Carvalho. “Em seu primeiro encontro, eu cantei e você ganhou, e agora vai conseguir o seu segundo mandato, se Deus quiser!”, disse a sambista.
Leonardo Boff iniciou afirmando que é próprio dos intelectuais ficarem “distantes” de partido político, mas que em certos momentos é preciso tomar posição. “Quando percebemos que conquistas dos povos estão em risco, não podemos ficar equidistantes, temos que tomar uma posição e é por isso que estou aqui e em outras partes do Brasil apoiando a Dilma Rousseff”, declarou o filósofo da Teologia da Libertação.
Boff ainda citou o economista Caio Prado para dizer que a gestão do PT está promovendo uma revolução no Brasil. “Caio Prado dizia que a revolução é introduzir as transformações de anseio popular que nunca foram atendidas, dar um rumo ao país. Lula e Dilma fizeram esse tipo de revolução. Isso não pode ser perdido e desfeito. Não houve apenas uma alternância de poder, mas de classe social. Aqueles que estiveram há séculos à margem conseguiram se organizar, criar a libertação e uma nova consciência social”, disse Boff.
Foto: Coligação Com a Força do Povo
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JORNAL DO BRASIL
http://www.jb.com.br/eleicoes-2014/noticias/2014/09/15/artistas-e-intelectuais-fazem-ato-em-apoio-a-reeleicao-de-dilma-rousseff/
Artistas e intelectuais fazem ato em apoio à reeleição de Dilma Rousseff
Nomes como Leonardo Boff e Marilena Chauí se reúnem com Lula no Oi Casagrande
Nunca o Brasil havia vivido um processo tão profundo e prolongado de mudança e justiça social, reconhecendo e assegurando os direitos daqueles que sempre foram abandonados", reforça manifesto
“Não vamos voltar para trás, e faremos isso investindo em educação qualificada, para todos, e colocando a cultura dentro da nossa estratégia de crescimento e desenvolvimento econômico. Não queremos só obras, queremos utopias. Não queremos só vantagens materiais, queremos nos compreender”, disse Dilma. "Vamos colocar a Cultura dentro da nossa estratégia de crescimento econômico”, salientou.
Primeiro, no entanto, conforme frisou o ex-presidente Lula, é preciso fazer a reforma política. Ele enumerou a partir deste ponto uma série de medidas necessárias para a continuidade de transformações. Com críticas à grande imprensa - "Não se discute mais economia, agora tudo é com analista de mercado" -, ao próprio partido - "Cada um tem seus defeitos e suas virtudes"- e ao discurso dos candidatos de oposição, o ex-presidente buscou apresentar a importância do novo olhar às camadas mais pobres e defendeu um possível fim dos financiamentos privados de campanhas políticas.
"Nós temos uma pobreza histórica que nós temos que recuperar." A saída, apontou, seria o maior acesso dos brasileiros à educação, lembrando do acesso das classes mais baixas às universidades, inclusive em instituições do exterior, a partir de programas como o Ciência sem Fronteiras. Enquanto antes o discurso predominante na sociedade brasileira era que "pobre nasceu para ser pobre" e de que era possível traçar o nível de escolaridade de uma pessoa a partir da cor de sua pele, por exemplo, "a não ser que se tratasse de filho de jogador de futebol ou de artista famoso", hoje já não é mais possível se basear em tais critérios, acredita o ex-presidente.
Sobre a candidata à presidência que disputa a corrida eleitoral com Dilma Rousseff, Lula comentou: "Eu tenho dito pra todo mundo que eu não vou falar mal da Marina. Agora, hoje eu não falei mal dela, eu apenas falei que governar este pais é tão importante que é um cargo que não deve ser terceirizado. A gente tem que decidir a cada hora, você não tem tempo de ficar processando, processando. Tem uma hora que tem que tomar decisão", criticou, falando ainda sobre a necessidade de se governar com uma base aliada e sobre a principal qualidade de Dilma Rousseff que o conquistou, a lealdade.
"Com a capacidade de elaboração da Dilma, eu não conheço ninguém igual. (...) Muita gente diz que ela é durona, mas hoje, no Brasil, não tem ninguém com a qualidade dessa companheira para enfrentar este mundo perverso que está aí, com a crise econômica."
O teólogo Leonardo Boff, colunista do Jornal do Brasil e um dos que lideram o manifesto em prol da candidatura da petista, o cantor Chico César e a filósofa Marilena Chauí destacaram as mudanças promovidas desde a entrada do Partido dos Trabalhadores no poder.
Para a filósofa Marilena Chauí, a Eleição deste ano convoca os intelectuais, artistas e cientistas a se posicionarem em defesa de um projeto que transformou o Brasil. “Corremos o risco de uma aventura regressiva. Que essa aventura não venha como um tsunami destruir o que construímos nos últimos anos”, destacou.
O teólogo Leonardo Boff também abordou a revolução que os governos Lula e Dilma promoveram no Brasil. “Lula e Dilma fizeram uma revolução pacífica e democrática que nunca houve no nosso país. Atenderam às aspirações nunca atendidas de um povo. Estas conquistas de 12 anos devem ser assumidas por todos nós, que devemos lutar para conservá-las e enriquecê-las”, disse, sinalizando ainda a necessidade de investimento na Cultura e de distribuição de terras e melhor planejamento das cidades.
"Há pessoas por aí lançando borboletas fantasiosas, mas que se esquecem de plantar as flores para que as borboletas venham. Lula e Dilma plantaram esse jardim para que viessem as borboletas verdadeiras e não as virtuais", completou Boff.
O músico Chico César ressaltou a presença no ato de representantes de diferentes segmentos culturais do país, como do carimbó e do Maracatu. "Tivemos nos últimos 10 anos essa inclusão social através da cultura. Quando a professora Marilena Chauí fala de uma modificação no mapa social do Brasil, nós que fazemos cultura percebemos que temos a obrigação moral de defender essas mudanças. Não podemos nos deixar conduzir por nenhum tipo de aventura ou de desventura. Sonhar não quer dizer não ter juízo", declarou.
Chico César falou também sobre a melhor distribuição de recursos para agentes culturais fora do eixo Rio-São Paulo. "Artista não pode ser alienado, cultura é para incluir", completou.
O manifesto intitulado "A Primavera dos direitos de todos: ganhar para avançar", que já circulava na internet com nomes como Luis Fernando Veríssimo, Frei Beto, Paulo José e Flávio Aguiar, abriu o evento. "Nós consideramos que nunca o Brasil havia vivido um processo tão profundo e prolongado de mudança e justiça social, reconhecendo e assegurando os direitos daqueles que sempre foram abandonados", diz um dos trechos do documento. "Abandonar esse caminho para retomar fórmulas econômicas que protegem os privilegiados de sempre seria um enorme retrocesso.".
Em seu discurso, Dilma se comprometeu a usar a Cultura para promover Educação e fortalecer a economia brasileira. “A cultura faz parte da nossa projeção de nação". De acordo com ela, o setor pode ser beneficiado pelo Pré-Sal, pelo programa Brasil de Todas As Telas, lançado neste ano para estimular a produção de conteúdos nacionais de audiovisual, e pelo subsídio a projetos culturais pelo BNDES. “Não tem como fazer sala de cinema com o prefeito pagando juros de mercado. E ainda tem gente querendo acabar com o subsídio federal”, comentou.
A educação brasileira, que foi colocada como principal beneficiada pelos futuros frutos do pré-sal, também deve receber maior atenção, disse a candidata, com os professores recebendo um salário adequado.
Dilma também aproveitou para ressaltar sua crítica à proposta da campanha de Marina Silva em relação ao Banco Central: "É estarrecedor que se coloque a independência do Banco Central como um objetivo de governo."
Ao
lado de Collor, Dilma diz combater corrupção sem dó
Eleições 2014
09/10/2014-23h00 - Atualizado em
10/10/2014-00h59
EFE
Dilma Rousseff
alega que não varre corrupção para baixo do tapete
Ao lado do governador eleito Renan
Filho (PMDB), filho do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e do
senador reeleito Fernando Collor (PTB), a presidente Dilma Rousseff disse ontem
em Maceió (AL) que o governo dela "não varre corrupção para baixo do
tapete".
Na capital alagoana, Dilma encerrou
seu périplo de dois dias por cinco Estados nordestinos. Antes de chegar a
Alagoas, ela passou ontem por Bahia e Sergipe. Na quarta-feira, esteve no Piauí
e na Paraíba.
Candidata à reeleição, Dilma
cumprimentou Renan Filho, eleito no primeiro turno com 52% dos votos, e Collor,
reeleito com 56% dos votos para o Senado. O senador e ex-presidente da
República, no entanto, não foi convidado a discursar.
Dilma disse que seu governo tem como
princípio o "combate sem dó à corrupção, doa a quem doer".
"O meu governo não varre a
corrupção para baixo do tapete. E o combate a ela tem que ser sem
tréguas", disse a presidente ao lado dos políticos cujas famílias já se
envolveram em diferentes escândalos.
Desde o primeiro turno destas
eleições, Dilma tem o apoio de Renan Filho e Collor.
Em Alagoas, Dilma conseguiu 703,6 mil
votos (50%). Seus adversários, Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB),
obtiveram, respectivamente, 356,6 mil (25%) e 311,5 mil (22%) dos votos
alagoanos.
Essa é a primeira vez que Dilma visita
Alagoas nestas eleições. Ela não gravou participações nos programas eleitorais
de Renan Filho e Collor no primeiro turno.
Ao longo de meia hora de fala, Dilma
voltou a criticar o governo do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso
(1995-2002) e a ironizar uma recente declaração dele sobre os eleitores do PT.
"Tem gente aí dizendo que eu
ganhei a eleição [no Nordeste] porque, onde eu ganhei, o povo é mal informado.
Mal informado é quem não sabe que, nos últimos anos, o Nordeste virou uma
potência", afirmou, apresentando números dos governos dela e do
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a região.
Na segunda-feira, FHC disse em
entrevista ao UOL que o PT cresceu no País com o voto dos menos informados.
"O PT está fincado nos menos informados, que coincide de ser os mais
pobres. Não é porque são pobres que apoiam o PT, é porque são menos
informados", afirmou o ex-presidente tucano.
"Nós mudamos a regra do jogo.
Colocamos os pobres no Orçamento", disse Dilma, citando a seguir programas
sociais como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida.
Diante do governador eleito, Dilma se
comprometeu a "fazer um esforço" para superar o déficit habitacional
e a "dar ênfase total" ao turismo no Estado.
Armou-se uma seção especial para empurrar Santa Marina para o precipício da solidão dos
mortais. Heresia uma candidata virar
Santa a pouco menos de trinta dias da votação.
Para isso os iluministas contemporâneos presenciaram para a sociedade
civil, os seus pares e periferia: A
fórmula, do receituário de dessantificação da santa, o qual, depois, seria vertido - como curativo/corretivo - para as massas.
Dois quadros foram expostos magicamente no zoom da câmera.
O primeiro, a prima intelectual orgânica que despejou sua sabedoria em
10 sg (segundos), marcando:
- Ela...(a santa) caminha sozinha sobre o mar! Isto não pode acontecer
outra vez. Da segunda vez é mistificação! O que estão vendo não estão vendo!
É assim que entendi a fala da
grande socióloga Marilena Chauí.
O segundo, também intelectual, mas vinculado à Teologia da Libertação,
Leonardo Boff , foi capturado com a suavidade necessária, no zoom da câmera:
- Assim não dá Marina.
Depois, os marqueteiros despejaram a merda da poção, na massa do
caldeirão. Mas, isso, já não tem nada mais a ver com os dois, intelectuais
orgânicos. Pelo menos, eu acho.
“Votar em candidatos como essa figura aí
[Tiririca], é o chamado voto protesto, mas, enquanto muitos pensarem assim,
vamos sempre levar a culpa em mandar para Brasília os incompetentes da
política. Agora eu pergunto: você é um retardado?”, escreveu o cantor sertanejo
em sua página na rede social.
Nestas eleições, o humorista teve 1.016.796
votos, enquanto em 2010 foi eleito deputado federal pela primeira vez com
1.353.766 votos.
Em seuTwitter, Tiririca comentou
nesse domingo (05): “Compare! Em 2010, ganhei por voto de protesto e 2014 por
voto consciente e o povo votou porque eu fiz valer o voto! Mostrei o que um
deputado faz! Obrigado São Paulo! Vocês são uns meninos lindos!”.
Com isso, oVirgula Famososquer saber a sua opinião sobre o
primeiro turno das eleições de 2014. Responda a enquete abaixo!
ENQUETES
Luciano pede desculpas por criticas aos eleitores de Tiririca
- See more at: http://www.movimentocountry.com/luciano-pede-desculpas-por-criticas-aos-eleitores-de-tiririca/#sthash.Y36RbhtM.dpuf
Luciano Camargo critica eleitores de Tiririca e gera polêmica no
Instagram
7
de Outubro de 2014 | 12h15
Luciano
Camargo gerou um grande debate em seu perfil no Instagram após criticar as
pessoas que votaram em Titirica nas eleições 2014. Ele foi o segundo candidato
mais votado para o cargo de Deputado federal por São Paulo, com 1.351.592
votos, ficando atrás apenas de Celso Russomano, apresentador do "Programa
da Tarde", exibido pela TV Record.
Na
rede social, Luciano postou uma montagem com a foto de Titirica e a frase
"1.351.592 votos. Agora temos o número exato de retardados em São
Paulo". "Votar em candidatos como essa figura aí, é o chamado voto
protesto, mas enquanto muitos pensarem assim, vamos sempre levar a culpa em
mandar para Brasília os incompetentes da política. Agora eu pergunto, você é um
retardado?", declarou Luciano na legenda da foto.
Alguns
seguidores se revoltaram pelo fato de o sertanejo ter usado a palavra
retardado. "Ninguém nesse mundo pode ser taxado como retardado, até mesmo
retardados como você por escrever isso... somos todos iguais!!! Não defendo o
Tiririca, defendo as pessoas q foram chamadas de retardadas! Palavra forte com
significado humilhante", escreveu uma fã do cantor.