LISTA DE ASSUNTOS DO DIA 15 E ANTERIORES SOBRE O SEGUNDO TURNO
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Erundina,
sobre apoio de PSB a Aécio: “É vexatório declarar voto para uma candidatura
notadamente conservadora”
outubro 9, 2014
07:19
A deputada federal, que votou pela
neutralidade do partido no segundo turno, disse que se retirou da reunião
depois que o PSB definiu o apoio à candidatura tucana
Por Redação
Reeleita deputada federal por São Paulo no
último domingo, Luiza Erundina (PSB) criticou ontem (8), em entrevista à
revista Carta Capital, a decisão de seu
partido em apoiar Aécio Neves, candidato do PSDB à presidência da República.
Além de avaliar que a escolha afeta a reeleição dos governadores Camilo
Capiberibe e Ricardo Coutinho, que disputam, com o auxílio do PT, o segundo
turno no Amapá e na Paraíba, respectivamente, ela se mostrou decepcionada com o
posicionamento de sua legenda.
“Desde o início do processo eleitoral, tanto Eduardo
Campos quanto Marina Silva defenderam ser preciso superar a velha polarização
entre PT e PSDB. É incoerente, depois de tudo que se passou, reforçar um desses
polos agora”, afirmou Erundina. “É ainda mais vexatório declarar voto para uma
candidatura notadamente conservadora, que defende posições tão contrárias ao
que defendemos, como a redução da maioridade penal”.
A Executiva Nacional do PSB decidiu se aliar ao tucano na
última quarta-feira. A deputada defendeu a neutralidade da agremiação, junto
à senadora Lídice da Mata (BA), o senador Antônio Carlos Valadares (SE),
Katia Born, o secretário de Juventude Bruno da Mata, o presidente do partido
Roberto Amaral e o secretário da Área Sindical, Joílson
Cardoso. O senador João Capiberibe (AP) foi o único a votar pela
união a Dilma neste segundo turno. Após a definição do apoio à candidatura
tucana, sustentado por 22 pessebistas, Erundina e o deputado Glauber
Braga, do Rio de Janeiro, decidiram se retirar da reunião. “Saímos no
momento em que eles começaram a redigir a carta de apoio a Aécio. Respeitamos a
decisão da maioria, mas não queríamos referendar essa posição”, contou.
A ex-petista admitiu, ainda, que o partido está rachado.
“Vamos ver quais serão os desdobramentos dessa decisão da Executiva do PSB. É
inegável que há uma crise interna, uma divisão dentro do partido, e isso emerge
num momento em que ainda estamos disputando o segundo turno em quatro estados”,
comentou.
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Presidente do PSB fala
em traição do partido e anuncia apoio a Dilma
13/10/14, 09:19
O presidente nacional do PSB - partido pelo
qual a ex-senadora Marina Silva disputou o primeiro turno da eleição para a
Presidência -, Roberto Amaral, publicou uma mensagem em seu blog neste fim de
semana criticando a aliança de seu partido com o candidato tucano Aécio Neves
para o segundo turno. Para Amaral, o apoio "renega compromissos
programáticos e estatutários, suspende o debate sobre o futuro do Brasil, joga
no lixo o legado de seus fundadores e menospreza o árduo esforço de construção
de uma resistência de esquerda, socialista e democrática."
Ainda segundo Amaral, "ao aliar-se à
candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos". O
presidente do PSB prossegue afirmando que, "por isso mesmo e,
coerentemente, votei, na companhia honrosa de Luiza Erundina, Lídice da Mata,
Antonio Carlos Valadares, Glauber Braga, Joilson Cardoso, Kátia Born e Bruno da
Mata, a favor da liberação dos militantes. O Senador Capiberibe votou em Dilma
Rousseff."
No texto, Amaral deixa claro seu apoio à
candidata petista. "Recebi com bons modos a visita do candidato escolhido
pela nova maioria. Cumprido o papel a que as circunstâncias me constrangeram,
sinto-me livre para lutar pelo Brasil com o qual os brasileiros sonhamos,
convencido de que o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff é, neste
momento, a única alternativa para a esquerda socialista e democrática."
Veja o texto na íntegra:
Mensagem aos militantes do PSB e ao povo
brasileiro
A luta interna no PSB, latente há
algum tempo e agora aberta, tem como cerne a definição do país que queremos e,
por consequência, do Partido que queremos. A querela em torno da nova Executiva
e o método patriarcal de escolha de seu próximo presidente são pretextos para
sombrear as questões essenciais. Tampouco estão em jogo nossas críticas, seja
ao governo Dilma, seja ao PT, seja à atrasada dicotomia PT-PSDB – denunciada,
na campanha, por Eduardo e Marina como do puro e exclusivo interesse das forças
que de fato dominam o país e decidem o poder.
Ao aliar-se acriticamente à
candidatura Aécio Neves, o bloco que hoje controla o partido, porém,
renega compromissos programáticos e estatutários, suspende o debate sobre
o futuro do Brasil, joga no lixo o legado de seus fundadores – entre os quais
me incluo – e menospreza o árduo esforço de construção de uma resistência de
esquerda, socialista e democrática.
Esse caminhar tortuoso contradiz a
oposição que o Partido sustentou ao longo do período de políticas neoliberais e
desconhece sua própria contribuição nos últimos anos, quando, sob os governos
Lula dirigiu de forma renovadora a política de ciência e tecnologia do Brasil
e, na administração Dilma Rousseff, ocupou o Ministério da Integração Nacional.
Ao aliar-se à candidatura Aécio
Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos, encampada após sua morte por
Marina Silva, no sentido de enriquecer o debate programático pondo em xeque a
nociva e artificial polarização entre PT e PSDB. A sociedade brasileira, ampla
e multifacetada, não cabe nestas duas agremiações. Por isso mesmo e,
coerentemente, votei, na companhia honrosa de Luiza Erundina, Lídice da Mata,
Antonio Carlos Valadares, Glauber Braga, Joilson Cardoso, Kátia Born e Bruno da
Mata, a favor da liberação dos militantes. O Senador Capiberibe votou em Dilma
Rousseff.
Como honrar o legado do PSB optando
pelo polo mais atrasado? Em momento crucial para o futuro do país, o debate
interno do PSB restringiu-se à disputa rastaquera dos que buscam sinecuras e
recompensas nos desvãos do Estado. Nas ante-salas de nossa sede em Brasília já
se escolhem os ministros que o PSB ocuparia num eventual governo tucano. A
tragédia do PT e de outros partidos a caminho da descaracterização ideológica
não serviu de lição: nenhuma agremiação política pode prescindir da primazia do
debate programático sério e aprofundado. Quem não aprende com a História
condena-se a errar seguidamente.
Estamos em face de uma das fontes da
crise brasileira: a visão pobre, míope, curta, dos processos históricos, visão
na qual o acessório toma a vez do principal, o episódico substitui o
estrutural, as miragens tomam o lugar da realidade. Diante da floresta, o
medíocre contempla uma ou outra árvore. Perde a noção do rumo histórico.
Ao menosprezar seu próprio trajeto,
ao ignorar as lições de seus fundadores – entre eles João Mangabeira, Antônio
Houaiss, Jamil Haddad e Miguel Arraes –, o PSB renunciou à posição que lhe
cabia na construção do socialismo do século XXI, o socialismo democrático,
optando pela covarde rendição ao statu quo. Renunciou à luta pelas reformas que
podem conduzir a sociedade a um patamar condizente com suas legítimas
aspirações.
Qual o papel de um partido
socialista no Brasil de hoje? Não será o de promover a conciliação com o
capital em detrimento do trabalho; não será o de aceitar a pobreza e a
exploração do homem pelo homem como fenômeno natural e irrecorrível; não será o
de desaparelhar o Estado em favor do grande capital, nem renunciar à soberania
e subordinar-se ao capital financeiro que construiu a crise de 2008 e
construirá tantas outras quantas sejam necessárias à expansão do seu domínio,
movendo mesmo guerras odientas para atender aos insaciáveis interesses
monopolísticos.
O papel de um partido socialista no
Brasil de hoje é o de impulsionar a redistribuição da riqueza, alargando as
políticas sociais e promovendo a reforma agrária em larga escala; é o de
proteger o patrimônio natural e cultural; é o de combater todas as formas de
atentado à dignidade humana; é o de extinguir as desigualdades espaciais do
desenvolvimento; é o de alargar as chances para uma juventude prenhe de
aspirações; é o de garantir a segurança do cidadão, em particular aquele em
situação de risco; é o de assegurar, através de tecnologias avançadas, a defesa
militar contra a ganância estrangeira; é o de promover a aproximação com nossos
vizinhos latino-americanos e africanos; é o de prover as possibilidades de
escolher soberanamente suas parcerias internacionais. É o de aprofundar a
democracia.
Como presidente do PSB, procurei
manter-me equidistante das disputas, embora minha opção fosse publicamente
conhecida. Assumi a Presidência do Partido no grave momento que se sucedeu à
tragédia que nos levou Eduardo Campos; conduzi o Partido durante a honrada
campanha de Marina Silva. Anunciados os números do primeiro turno, ouvi, como
magistrado, todas as correntes e dirigi até o final a reunião da Comissão
Executiva que escolheu o suicídio político-ideológico.
Recebi com bons modos a visita do
candidato escolhido pela nova maioria. Cumprido o papel a que as circunstâncias
me constrangeram, sinto-me livre para lutar pelo Brasil com o qual os
brasileiros sonhamos, convencido de que o apoio à reeleição da presidente Dilma
Rousseff é, neste momento, a única alternativa para a esquerda socialista e
democrática. Sem declinar das nossas diferenças, que nos colocaram em campanhas
distintas no primeiro turno, o apoio a Dilma representa mais avanços e menos
retrocessos, ou seja, é, nas atuais circunstâncias, a que mais contribui na
direção do resgate de dívidas históricas com seu próprio povo, como também de
sua inserção tão autônoma quanto possível no cenário global.
Denunciamos a estreiteza do
maniqueísmo PT-PSBD, oferecemos nossa alternativa e fomos derrotados:
prevaleceu a dicotomia, e diante dela cumpre optar. E a opção é clara para quem
se mantém fiel aos princípios e à trajetória do PSB.
O Brasil não pode retroagir.
Convido todos, dentro e fora do PSB,
a atuar comigo em defesa da sociedade brasileira, para integrar esse histórico
movimento em defesa de um país desenvolvido, democrático e soberano.
Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2014.
Roberto Amaral
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R7 TV
15/10/2014 às 16h30 (Atualizado em 15/10/2014 às 16h36)
Aliada de Marina Silva, Neca Setúbal declara apoio
a Aécio Neves
Coordenadora do
programa de governo do PSB diz que apoio é baseado em princípios
A educadora e herdeira do Banco
Itaú Unibanco, Maria Alice Setúbal, declarou nesta quarta-feira (15) que irá
votar em Aécio Neves (PSDB) para presidente da República. Neca, como é mais
conhecida, foi coordenadora do programa de governo de Marina Silva (PSB),
candidata que saiu da disputa após ficar em terceiro lugar no primeiro turno.
Em post
publicado no Facebook, Neca afirmou que seguirá o posicionamento de Marina, que
no domingo (12) declarou
seu apoio ao tucano “em um
discurso claro e consistente”, escreveu a educadora.
O apoio tem
como base princípios programáticos comuns às propostas das duas campanhas,
reiterados no documento “Juntos pela Democracia, pela Inclusão Social e pelo
Desenvolvimento Sustentável”. É por esse motivo que apoio e que votarei em
Aécio Neves.
No
sábado, o tucano
assumiu uma série de compromissos listados por Marina como condição para o apoio no segundo turno.
Aécio assumiu e concordou com a
maioria dos pontos, como a ampliação de políticas sociais e da participação
popular, manutenção da prerrogativa do Executivo de demarcar terras indígenas,
além de reiterar seu “compromisso programático” com a questão ambiental, tema
chave para Marina, e com a “retomada” da reforma agrária.
O tucano, no entanto, não se
posicionou sobre a redução da maioridade penal em casos de reincidência e
crimes hediondos, pauta de sua campanha no primeiro turno e rechaçada pela
ex-senadora do Acre.
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0/10/2014
às 00h10
Vice de Dilma sairia do governo se pudesse, diz deputado do PMDB
Segundo
Darcísio Perondi (RS), apoio a Aécio cresce no partido e vai prejudicar Dilma
A ala “rebelde” do PMDB, que
resolveu desembarcar neste ano do governo Dilma Rousseff (PT), está cada vez
maior e poderia arrastar até o presidente do partido: o vice-presidente da
República Michel Temer. A afirmação é do deputado federal Darcísio Perondi
(RS), reeleito no último domingo (5) com 109 mil votos para seu sexto mandato
consecutivo na Câmara.
Vice-líder
do PMDB na Câmara e presidente da Frente Parlamentar da Saúde, Perondi falou ao R7 que
há um sentimento “antipetista” crescente no Congresso e que o “movimento
pró-Aécio” em seu partido fará “estragos” na campanha dilmista.
O parlamentar fez duras críticas
à presidente, principalmente pelo fato de ela não ter recebido a frente
parlamentar durante seu mandato, diferente do antecessor, Luiz Inácio Lula da
Silva.
Ao lado do deputado federal
Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Perondi vem liderando um movimento que rachou o
partido, que é o principal aliado do PT no Congresso.
Em reunião com 30 parlamentares
do PMDB na quarta-feira (8), em Brasília, Perondi contou que apenas um deputado
defendeu a continuação da aliança com o atual governo. Para ele, esse
sentimento domina mais da metade da bancada peemedebista.
Atualmente com 71 parlamentares,
o PMDB terá 66 na próxima legislatura — será a segunda maior bancada, atrás
apenas do PT, com 70 deputados. Em terceiro aparece o PSDB, com 54 eleitos.
Perondi já enfrentará uma batalha
frontal contra o PT nas próximas semanas: José Ivo Sartori, do PMDB, tenta
desbancar o governador Tarso Genro, do PT, no Rio Grande do Sul.
Leia a seguir os principais
trechos da entrevista.
R7
– Mesmo sendo da base aliada ao governo, por que apoiar o Aécio Neves no
segundo turno?
Darcísio
Perondi – Porque a
proposta do Aécio é a melhor. O país precisa mudar. Primeiro mudar na decência,
não roubar, não deixar roubar. Cuidar do dinheiro público mais do que o seu.
Isso é uma máxima do Homero. Não gastar mais do que arrecada, outra máxima do
Homero, filósofo do Império Romano, lembra? O “petrolão” é mil vezes mais que o
“mensalão”. Então primeiro pela decência. O PT buscou o caminho do desvio nos
últimos 12 anos.
Mas
essas denúncias de corrupção na Petrobras não atingem o PMDB também?
Você está falando com um deputado
federal, com 20 anos de mandato e que quer uma nova política, que sopra em
todos os partidos, e quero essa dentro do meu partido. Respondi?
Então
independente do seu partido, o senhor quer um novo caminho. É isso?
No Brasil, nós precisamos ter
política como missão, e não como negócio. O inverso a Dilma comanda. O inverso
a Dilma comanda, [e] eu não quero. Então primeiro a decência.
A segunda razão é 10% [do PIB]
para saúde. A Dilma não recebeu em nenhum momento a Frente Parlamentar da
Saúde. Em nenhum momento. O Lula recebeu algumas vezes. A Dilma não recebeu
nenhuma vez, nem as Santas Casas. A crise da saúde pública de Brasília pra cima
é uma verdadeira tragédia. Fico surpreso que a imprensa não coloca isso.
A terceira razão: a doutora Dilma
errou de mão a condução da política macroeconômica. E arrumou culpado: o mundo
externo. A Dilma é responsável pela paralisia econômica do País. Estamos
vivendo uma ‘estagninflação’: juros altos, inflação alta e crescimento quase
zero. (...) Que mais? Absoluto descontrole das contas públicas.
E
quanto à situação do presidente do partido, o Michel Temer, vice da Dilma. Se
ele cair não será uma derrota para o partido?
Não, não. A posição do
vice-presidente Michel Temer é desconfortável.
Por
quê?
A Dilma é onipotente, onisciente
e onipresente, as três virtudes da divindade que ela incorporou. Nessa
divindade, não houve lugar para essa figura extraordinária que é o Michel
Temer.
Você
acha que ele gostaria de deixar o governo Dilma?
Se pudesse, ele faria isso. Mas
ele não pode mais. As circunstâncias impedem-no.
A
maioria do PMDB já está com Aécio?
Não. A convenção nacional quase
rompeu [com a Dilma]. A gente teve 42 votos para romper essa aliança com esse
governo errado. Nós tivemos 42% dos delegados. Nós temos hoje quase a metade
que não quer a aliança. Eu passei ontem o dia inteiro em Brasília, fizemos uma
reunião de bancada, nós tivemos três dezenas de parlamentares, a portas
fechadas, e apenas um defendeu a aliança [com o PT]. A maioria defendeu o Aécio
e uma minoria ficou silenciosa. Só um defendeu a aliança.
Eram
todos deputados que estarão na próxima legislatura?
Eram 30 deputados federais do
PMDB e também tinha uma meia dúzia que eram novos. A maioria Aécio, que se
manifestou fortemente, e uma minoria silenciosa.
Vou
repetir a pergunta: a maioria do PMDB já está com Aécio?
Na reunião não estavam os 66
[parlamentares do PMDB], então não posso dizer que era a maioria. Eu acho que,
no lápis, é capaz de passar da metade, mas eu não tenho condições de dizer. Na
convenção [do partido em junho] nós tivemos 42%. E ontem numa reunião bem
quente, com 30 parlamentares, foi assim. No lápis, daqui uma semana dá para
dizer.
O
partido poderia se unir em torno do Aécio antes do segundo turno?
Isso não. O partido oficialmente
apoia a Dilma. [O que foi decidido na convenção] vai continuar valendo. Mas
aqui no Estado estamos liberados.
Essa
divisão pode causar prejuízos para o PMDB?
Não. Prejuízos para a candidatura
da Dilma sem dúvidas. O PMDB é depois, vamos deixar para o ano que vem.
No
ano que vem serão novos rumos?
Não vou falar do ano que vem, vou
falar agora. Esse trabalho que o grupo pró-Aécio está fazendo fará estragos na
campanha da Dilma. Isso eu te digo.
Então
é esperar acabar as eleições para decidir os rumos do partido?
Uma atitude de cada vez. As
conjecturas futuras eu deixo para sua inteligência. Mas eu fiquei
impressionado. Ontem [quarta] a minha impressão em Brasília, no Congresso,
fiquei impressionado. O sentimento antipetista cresce assustadoramente.
Mas
isso já não acontecia antes das eleições?
Só que aumentou. O Aécio é da
casa né. A Dilma chutou a canela do Congresso por três anos e meio. E o Aécio é
filho da casa. O Aécio não tem as três virtudes da divindade. Ele não é
onipresente, onisciente e onipotente. As três virtudes da divindade que a deusa
Dilma incorpora.
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0h05 (Atualizado em 14/10/2014 às 11h12)
“Não vamos rolar na sarjeta”, diz
vice de Aécio sobre ataques do PT
Em entrevista exclusiva ao R7, Aloysio Nunes analisa o atual momento da corrida à
Presidência
A 13 dias
da eleição, o senador e candidato à vice-presidente da República na chapa do
PSDB, Aloysio Nunes, recebeu a reportagem do R7 no comitê tucano, em São Paulo, e
falou, entre outros assuntos, sobre a adesão de Marina Silva à campanha e a
estratégia para superar a diferença de mais de 10 milhões de votos que Dilma
Rousseff (PT) teve de vantagem sobre Aécio Neves no primeiro turno.
O tucano acredita que a
transferência dos votos de Marina, somada ao desgaste da imagem de Dilma por
conta de escândalos de corrupção envolvendo a Petrobras, será suficiente para
Aécio inverter o jogo e colocar o PSDB de volta no Palácio do Planalto depois de
12 anos.
Leia a seguir a íntegra da
entrevista:
R7:
No último domingo (12), a ex-senadora Marina Silva finalmente declarou apoio à
candidatura de Aécio Neves. O isso que acrescenta para a campanha do PSDB?
Aloysio
Nunes: Marina
teve mais de 20 milhões de votos e é uma personagem muito importante da
política brasileira. [Sua presença] Vai nos ajudar na transferência de votos
dela para o Aécio e representa peso e respaldo político. Já houve uma tendência
dessa transferência de votos após o primeiro turno e o apoio dela vai
incrementar isso. E acrescenta ao Aécio esse aspecto de uma candidatura ampla,
unitária, das pessoas que querem mudança.
R7:
Que papel vocês esperam que ela desempenhe?
Nunes: Isso não foi conversado até então. Mas ela já
apareceu no programa de TV do Aécio com uma declaração enfática, politicamente
forte. Agora, o que vai fazer depende dela, do temperamento e da disposição
dela. Marina já disse que não quer apenas votar, mas apoiar o Aécio. Agora, ela
fará de acordo com aquilo que considera que seja mais eficaz.
R7:
No primeiro turno, Aécio criticou muito Marina por conta de sua ligação
histórica com o PT e ela também atacou o PSDB. Esse apoio agora não pode
caracterizar aquele adesismo eleitoral que vem sendo tão criticado nessa
campanha?
Nunes: Não. Porque ficou muito claro, na maneira
como ela declarou apoio e durante todo esse processo que mediou entre o
primeiro turno e o dia de ontem, que não houve nenhuma troca por participação
em governo, nenhum acordo de divisão de espaços políticos. A declaração dela
foi com base num pronunciamento que Aécio fez no qual enfatiza itens do seu
programa e adota alguns itens do programa dela como uma plataforma de unidade.
R7:
Houve muita discussão por conta da exigência de Marina com o compromisso do fim
da reeleição. E a posição de Aécio ficou dúbia...
Nunes: Dúbia por quê?
R7:
Porque Marina dizia que teria um compromisso pessoal de não se candidatar a um
novo mandato. E Aécio não deixou isso claro.
Nunes: Isso está no nosso programa. Não tem dubiedade
nenhuma. O que Aécio propõe é o fim da reeleição em todos os níveis: federal,
estadual e municipal. Isso depende de uma mudança constitucional. É o que ele
disse. E não vamos dizer mais nada além disso.
R7:
Mas a regra valeria já para 2018?
Nunes: O que ele propôs é a mudança constitucional.
No mais, se vai concorrer a um segundo mandato ou não, isso sequer foi
cogitado. Ele afirmou com todas as letras que vai propor o fim da reeleição.
Não há tergiversação nenhuma. Seria de uma arrogância absurda dizer que não
será candidato à reeleição antes de ser eleito.
R7:
Outro ponto que ela exigia, mas depois voltou atrás, foi a redução da
maioridade penal, que inclusive é um projeto do senhor.
Nunes: Ela não colocou nada como irrevogável. A
quantidade de desinformação a respeito desse assunto é tremenda. Em nenhum
momento Marina colocou condições irrevogáveis. O que houve foi que Pedro Ivo,
um dirigente da Rede, divulgou uma carta dizendo que determinadas questões são
fundamentais. Mas são para a Rede Sustentabilidade, que quando se constituir
como um partido político vai lutar para implementá-las. É algo próprio do
programa da Rede, e não uma plataforma de unificação de forças.
R7:
No documento divulgado por Aécio no último sábado (11), consta a proposta
de ampliar os canais pelos quais os cidadãos poderão “expressar
seus pontos de vista e cooperar na deliberação dos grandes temas nacionais
ou de interesse local”. E cita como exemplo os conselhos populares. Qual a
diferença disso para os conselhos da participação popular propostos pelo PT que
foram tão combatidos pela oposição?
Nunes: Os conselhos existem desde os tempos de
Getúlio Vargas, não é uma novidade criada pelo Gilberto Carvalho
[Secretário-Geral da Presidência]. Existem inúmeros conselhos criados por lei na
política instituída pela Lei Orgânica de Assistência Social. São conselhos
estaduais, municipais e o nacional. Então isso não é um carimbo do Gilberto
Carvalho. Nós nos opusemos primeiro contra a tentativa expressa de criar órgãos
por decreto, isso é inconstitucional. Segundo, à tentativa de dizer num decreto
presidencial quem é sociedade civil e quem não é. No fundo, isso é uma forma de
manipulação política.
R7:
No primeiro turno, o PT atacou Marina fortemente. O que esperam para esses
últimos 13 dias de campanha e como estão se preparando para isso?
Nunes: Não vamos nos defender, não vamos rolar na
sarjeta. De jeito nenhum. Essas acusações são parte do arsenal costumeiro do
PT. Não vamos perder tempo com isso.
R7:
Para diminuir a vantagem que Dilma teve no primeiro turno, o que é melhor?
Tentar crescer no Nordeste ou buscar ampliar a margem no Sudeste?
Nunes: As duas coisas. Uma não exclui a outra.
Sobretudo porque o desejo de mudança não está segmentado. Não há uma muralha da
China separando o Nordeste do resto do Brasil como a propaganda do PT pretende
fazer acreditar. Existe também no Nordeste um desejo de mudança muito amplo. Há
braços para cuidar das duas frentes. Existem lideranças muito fortes do
Nordeste apoiando nosso projeto.
R7:
Os escândalos de corrupção da Petrobras podem atingir o PT?
Nunes: A imagem da presidente Dilma não é atingida
nesse caso porque as pessoas supõem que ela seja corrupta, e eu acho que ela
não é mesmo. É mais por conta do desgoverno que isso evidencia. A falta de
vigilância e o tipo de acordo político que se fez para conseguir uma maioria,
sem levar em conta o histórico de pessoas indicadas ou as credenciais daqueles
que indicaram esses nomes. Isso afeta mais a imagem da Dilma enquanto gerente,
e não enquanto corrupta. Mas o PT recebe mais uma marca de corrupção no seu
histórico.
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Edição do dia 21/08/2014
21/08/2014
09h58 - Atualizado em 21/08/2014 09h58
PSB
oficializa Marina Silva
como candidata à Presidência
Beto Albuquerque será o candidato a
vice da chapa. Mas a candidata fez algumas exigências. Ela não vai a todos os
palanques do PSB.
O PSB oficializou Marina Silva como candidata à
Presidência e Beto Albuquerque, como vice. Mas a candidata fez algumas
exigências. Marina não vai a todos os palanques do PSB. Ela conseguiu encontrar
um ponto de equilíbrio em meio a tantos compromissos.
Marina Silva confirmou o programa de governo e as
alianças regionais fechadas por Eduardo Campos. Mas, disse que vai manter
distância de candidatos que não contam com apoio pessoal dela. O candidato a
vice Beto Albuquerque é quem vai substituir Eduardo Campos nos palanques de
aliados em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
Depois de um longo dia de reuniões em Brasília, o PSB
confirmou: Marina Silva e Beto Albuquerque são os nomes do partido para
disputar as eleições presidenciais. Os quatro governadores do PSB participaram
do encontro que lançou a nova chapa. Em uma carta, o presidente do partido
Roberto Amaral se dirige à Marina Silva para lembrar a história do PSB e diz
que a nação exige a continuidade da luta iniciada por Eduardo Campos e que agora
depende dos partidos da coligação.
O Candidato a vice, deputado Beto Albuquerque, afirmou
que vai levar adiante uma orientação que recebeu de Eduardo Campos.
“Nunca podemos deixar nada pela metade, Beto. E nós
estamos aqui, eu e Marina, porque não vamos deixar pela metade o legado que
Eduardo Campos começou. Vamos concluir, dialogar com a sociedade”, diz Beto
Albuquerque, candidato indicado a vice.
Na primeira entrevista coletiva como candidata a
presidente indicada pelo PSB, Marina Silva disse que vai manter o programa de
governo e as alianças eleitorais feitas por Eduardo Campos. Mas nos casos em
que ela pessoalmente não apoia os candidatos, como nos estados do Rio de
Janeiro e de São Paulo, Marina não vai se envolver na campanha. O candidato a
vice, Beto Albuquerque, vai representar a chapa.
“Esta foi a construção que fizemos e obviamente é a
construção que está mantida. A única diferença é que a figura de Eduardo, que
estava manejando esses compromissos, passa agora a ser a figura de Beto, da
mesma forma, e eu continuo preservada de acordo com aquilo que havíamos dito
que faríamos”, destaca Marina Silva, candidata indicada à Presidência.
A nova chapa deve ser aprovada pelos outros partidos da
coligação nesta quinta-feira. O presidente do PSB disse que desconhece a
decisão anunciada nesta quarta-feira (20) pelo PSL, de se desligar da chapa.
Roberto Amaral afirmou que tem conversado com todos os partidos e que não há
crise.
O presidente do Partido Social Liberal, Luciano Bivar,
alegou que não sabe se Marina Silva irá honrar o programa de governo de Eduardo
Campos. E por isso vai se desligar do partido.
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20/08/2014
20h06 - Atualizado em 30/08/2014 19h12
Priscilla Mendes e Filipe MatosoDo G1, em Brasília
PSB
oficializa chapa presidencial com Marina Silva e Beto Albuquerque
Decisão foi anunciada após reunião da
cúpula do partido em Brasília.
Morte do presidenciável Eduardo Campos motivou escolha de nova chapa.
Após reunir a Comissão Executiva Nacional do partido, o PSB anunciou
na noite desta quarta-feira (20) a ex-senadora Marina Silva como candidata a
presidente da República e o deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS) como
candidato a vice.
O anúncio foi feito após a reunião, na sede do partido,
em Brasília. Segundo Beto Albuquerque, a chapa recebeu aprovação unânime da executiva.
Com a decisão, a legenda tem até o próximo sábado (23) para registrar a nova
chapa junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A mudança na cabeça de chapa é anunciada uma semana
depois da morte do candidato Eduardo Campos em um acidente aéreo, em Santos
(SP) – Marina Silva era a candidata a vice. Além do ex-governador de
Pernambuco, morreram outras seis pessoas, dos quais dois pilotos e quatro
assessores de campanha.
Ao chegar à sede do
PSB, por volta das 20h, Marina Silva afirmou que “deve” responsabilidades
ao partido, em razão do compromisso assumido no ano passado ao formar a chapa
com Eduardo Campos.
"Aqui há um compromisso com as responsabilidades já
assumidas, construídas ombro a ombro, noite e madrugadas adentro sob a
liderança de Eduardo. Recebi de uma forma muito afetuosa uma carta que eu chamo
de carta-inventário, onde o presidente Roberto Amaral me diz qual é o
significado da luta, da trajetória desse partido e que agora juntos temos a
responsabilidade de ajuda-lo a se erguer após a perda irreparável que
sofreu", declarou Marina Silva, que ao final do discurso repetiu o bordão
criado por Eduardo Campos: "Não vamos desistir do Brasil".
Albuquerque disse que ele e Marina não deixarão
"pela metade" a herança política de Eduardo Campos. "Estou aqui
para fazer o que o Eduardo me disse ao longo desses 20 anos. Ele que dizia que
nunca podemos deixar nada pela metade. Eu e Marina estamos aqui porque não
vamos deixar pela metade o legado de Eduardo", afirmou.
Para oficializar a chapa, o PSB promoveu um ato marcado por discurso emotivo de Marina, lido por cerca de 20 minutos. Em sua fala, ela reafrimou o compromisso com as propostas de Eduardo Campos e reforçou o discurso em favor da "nova política".
Para oficializar a chapa, o PSB promoveu um ato marcado por discurso emotivo de Marina, lido por cerca de 20 minutos. Em sua fala, ela reafrimou o compromisso com as propostas de Eduardo Campos e reforçou o discurso em favor da "nova política".
Somos irmãos de uma fraternidade criada em cima da
ousadia de sair do roteiro da política tradicional para recriar, com novos
elementos e novos métodos, o caminho de nossa luta pela justiça social, pelo
desenvolvimento com sustentabilidade como único objetivo", disse Marina.
"Tivemos o atrevimento de propor, num país marcado
pela política patrimonialista e destrutiva, uma prática de reconhecimento dos
feitos e do valor alheio, de busca da convergência dos melhores, de coragem
para fazer reformas continuamente adiadas, de abandono da cultura maléfica do
poder pelo poder, substituindo-a pela gestão competente e transparente do
Estado, pela noção de servir o Estado e a população e não servir-se dele",
completou.
As conversas internas entre dirigentes do PSB e dos
demais partidos da coligação Unidos pelo Brasil em torno do nome de Marina
começaram na semana passada. A cúpula da legenda decidiu aguardar o
sepultamento e as últimas homenagens a Campos para fazer o anúncio oficial da
sua substituta, mas desde o último sábado (16) o nome da ex-senadora já é tido
como certo.
Dirigentes pessebistas apontaram como
"natural" a escolha de Marina Silva, que ficou em terceiro lugar na
disputa presidencial de 2010 – atrás de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB)
–, com quase 20 milhões de votos ou 19% da preferência do eleitorado.
A escolha do candidato a vice-presidente, porém, não foi
simples. A direção do PSB, partido que tinha preferência na indicação do
candidato, queria encontrar um nome que fosse um quadro "orgânico" do
partido, ou seja, que fosse filiado desde o início da sua trajetória política.
Além disso, o candidato deveria ser da confiança da família Campos,
especialmente da viúva Renata, e ter boa relação com Marina Silva.
A preocupação do partido em escolher um nome que tenha
ligação estreita com Campos se deve ao fato de que Marina Silva não é
considerada uma representante legítima do PSB, mas sim da Rede
Sustentabilidade. Ela é uma das fundadoras da legenda que teve seu registro
barrado pela Justiça Eleitoral e por isso não pôde lançar candidatos na eleição
deste ano.
Além de Beto Albuquerque, outros socialistas foram
apontados como possíveis candidatos a vice, entre os quais a própria viúva
Renata Campos, considerada pelo presidente do PSB, Roberto Amaral, "a
grande liderança" do partido atualmente. A ex-prefeita de São Paulo Luiz
Erundina; o coordenador do programa de governo do PSB Maurício Rands; o
ex-secretário do governo de Pernambuco Danilo Cabral e o ex-ministro Fernando
Bezerra foram outros nomes cogitados entre os dirigentes.
A opção por Albuquerque, conforme adiantou o Blog do Camarotti nesta terça-feira (19), foi acordada entre o PSB e
a família de Eduardo Campos, em razão de o deputado ser próximo a Marina e
pessoa de confiança do ex-governador de Pernambuco. O nome, porém, sofreu
resistência por parte da seção regional do partido em Pernambuco, que tinha
preferência por um quadro cuja base eleitoral fosse o Nordeste.
A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada na
segunda (18) – a primeira após a morte de Campos –, apontou Marina Silva em
segundo lugar na disputa pelo Palácio do Planalto com 21% das intenções de
voto, empatada tecnicamente com o tucano Aécio Neves (20%) e atrás de Dilma
Rousseff (36%). Em eventual segundo turno com a candidata petista, Marina teria
47% das intenções de voto, contra 43% de Dilma.
Marina
Silva
A ex-senadora é conhecida por defender causas relacionadas à proteção do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. Marina Silva, assim como Eduardo Campos, chegou a ser ministra do governo Luiz Inácio Lula da Silva, ao chefiar a pasta do Meio Ambiente.
A ex-senadora é conhecida por defender causas relacionadas à proteção do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. Marina Silva, assim como Eduardo Campos, chegou a ser ministra do governo Luiz Inácio Lula da Silva, ao chefiar a pasta do Meio Ambiente.
Nascida no Acre e filha de seringueiro, Marina diz
publicamente que uns de seus principais mentores na vida política são o
ex-presidente Lula e o ativista ambiental Francisco Alves Mendes Filho,
conhecido como Chico Mendes, que foi assassinado em 1988.
Em 2010, Marina Silva se candidatou ao Planalto
pelo Partido Verde (PV) e obteve no primeiro turno 20% das intenções de voto. À
época, disputaram o segundo turno Dilma Rousseff (PT) e o ex-governador de São
Paulo José Serra (PSDB).
Beto
Albuquerque
Líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque está no seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo partido. Gaúcho natural de Passo Fundo, o político já trabalhou para o governador petista Tarso Genro como secretário de Infraestrutura e Logística de 2010 a 2012.
Líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque está no seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo partido. Gaúcho natural de Passo Fundo, o político já trabalhou para o governador petista Tarso Genro como secretário de Infraestrutura e Logística de 2010 a 2012.
Nas eleições de 2014, abriu mão de tentar a
reeleição à Câmara dos Deputados para disputar uma vaga no Senado Federal e,
segundo recente pesquisa eleitoral, estava em terceiro lugar na intenção de
voto. A candidatura atendia a um pedido do partido, que apoia a candidatura do
peemedebista José Ivo Sartori ao governo do Rio Grande do Sul.
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