sexta-feira, 15 de abril de 2016


Partidos orientam votos na Câmara sobre o impeachment; siga - bloco IX

Uol Notícias

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MST protesta em defesa de Dilma em seis cidades do Paraná

A sexta-feira (15) está sendo de protestos em várias rodovias do Paraná. As manifestações são realizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), como apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo a Polícia Rodoviária Federal, ao todo há protestos em seis cidades do Estado. Leia Mais

Manifestantes defendem Dilma nas ruas de Porto Alegre

Manifestantes realizam ato a favor do governo da presidente Dilma Rousseff, em Porto Alegre (RS). O grupo chegou a bloquear a ponte do Guaíba no sentido Interior-Capital por volta das 8h e causou congestionamento no local. Os manifestantes, que carregam bandeiras da Fetraf-Sul, PT, CUT e Via Campesina, seguiram pelas avenidas Sertório e Farrapos, onde se encontraram com integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A caminhada tem como destino a Praça da Matriz.

Protestos contra impeachment fecham vias e trânsito bate recorde em SP

Uma série de protestos contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) fechou vias e fez o trânsito bater recorde na manhã desta sexta-feira (15) em São Paulo. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o índice recorde de congestionamento se deu às 9h, com 183 km de vias com lentidão. A marca anterior havia sido 177 km, em 11 de março, quando houve chuvas e alagamentos na cidade.

Daniel Almeida (PCdoB-BA) vê Cunha como beneficiário de trama

Daniel Almeida (PCdoB-BA) diz que "oposição não quer discutir" falta de crimes de Dilma Rousseff e vê a produção de "um golpe de estado no nosso país" como objetivo de partidos. Para deputado, Eduardo Cunha "é beneficiário direto e é do partido que seria beneficiário caso o impeachment passe" pela Câmara.

Ivan Valente vê trama entre mídia, empresários e oposição

"Isso que estão falando de descalabro econômico foi praticado junto por esta casa", diz Ivan Valente (PSOL-SP). "Ninguém quer o Temer. Quem saiu para dizer 'fora Dilma', não vai para a rua defender o Temer. Esta é a grande farsa montada pela mídia, pelo PIB brasileiro e pelos partidos de oposição que já estão distribuindo ministérios."

Ivan Valente critica Eduardo Cunha

Ivan Valente (PSOL-SP) vê "um réu convocando uma farsa", referindo-se ao processo de impeachment aberto por Eduardo Cunha. "A presidente da república precisa ser cassada por crime de responsabilidade. O defensor colocou aqui que houve milhões em isenções fiscais a grande empresas."
Vidal Serrano, professor titular de direito constitucional da PUC-SP

1º impeachment presidencial bem sucedido, no mundo, foi o do Collor

Como o internauta pode ver, o impeachment tem caráter predominantemente político. A ideia de impeachment surgiu há mais de 400 anos na Inglaterra. Naquele momento, por meio do impeachment eram apurados aspectos criminais e políticos. Com o surgimento do parlamentarismo, o impeachment entrou em desuso na Inglaterra, sendo substituído pela moção de desconfiança. Com a independência dos Estados Unidos, o impeachment ressurgiu, mas com nova roupagem: ao Judiciário, a apreciação dos aspectos criminais propriamente ditos; ao Congresso, a apreciação de infrações político administrativas. Um dado curioso, é que o primeiro pedido de impeachment de um presidente da República ocorreu nos EUA em 1868, logo depois do final da guerra da secessão, contra o presidente Andrew Jhonson. Ele foi afastado por decisão da Câmara, mas no Senado, por um voto de diferença, foi reconduzido ao cargo. O primeiro impeachment presidencial bem sucedido, no mundo, foi o do ex-presidente Collor. 

Pauderney Avelino: 'Governo mentiu para o Brasil'

"O Brasil está com vergonha. O Governo agiu de uma forma irresponsável, não respeitando os milhões de votos que sua excelência obteve. Mentiu para o povo, para uma nação inteira. Agora, só nos resta fazer justiça. Buscar uma solução, e a solução só pode ser uma: impeachment à presidente Dilma Rousseff", discursa Pauderney Avelino.

Problemas técnicos resolvidos.

Por um problema técnico, o áudio do discurso do deputado Pauderney Avelino (DEM-AM) ficou momentaneamente indisponível na transmissão. A questão foi resolvida rapidamente.

Veja como foi a fala de José Eduardo Cardozo contra o impeachment



Pauderney Avelino (DEM-AM) vê crime de responsabilidade de Dilma

Pauderney Avelini (DEM-AM): "Estamos em uma sessão história, iniciando o julgamento da presidente Dilma Rousseff. Esse julgamento se dá justamente pelo cometimento de crimes de responsabilidade, amplamente conhecidos. Atacou e feriu a lei orçamentária em 2014 e em 2015. Atacou e feriu a lei de diretrizes orçamentárias, a lei de responsabilidade fiscal, atacou e feriu a Constituição Federal", acusou. "O momento pelo que o Brasil passa é uma encruzilhada. E nesta encruzilhada, rogamos ao Congresso, rogamos ao povo brasileiro, como se estivéssemos fazendo um toque de reunir os brasileiros, para que juntos possamos conseguir resolver a crise que o governo da presidente Dilma trouxe para o nosso país."

Cunha recusa crítica de Maria do Rosário

Maria do Rosário (PT-RS) coloca crítica a manifestação do PPS há três semanas. Cunha rebate e diz que só aceitará críticas nominais a deputados.

Ministro cita Ulysses Guimarães em defesa de Dilma na Câmara

Ao discursar em defesa da presidente Dilma Rousseff no processo de impeachment, o ministro da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, afirmou que qualquer governo nascido de uma "ruptura institucional" não terá legitimidade e citou Ulysses Guimarães ao dizer que "quando se tira o voto do povo, o povo é expelido do centro para a periferia da história". Ulysses, que foi do PMDB, também foi presidente da Câmara dos Deputados e morreu em 1992 Leia Mais

Veja como foi a fala de Miguel Reale Júnior a favor do impeachment



Deputado do SD vê governo 'protagonista da Operação Lava Jato'

Augusto Coutinha (SD-PE): "A melhor reposta que podemos dar ao povo brasileiro no próximo domingo é uma só: agir de acordo com a justiça e as regras da democracia". Segundo deputado, Governo federal é "protagonista da Operação Lava Jato": "Falta seriedade, falta zelo ao dinheiro público. Falta, acima de tudo, respeito ao povo brasileiro", afirma.

Weverton Rocha (PDT-MA): solução para a crise não é o impeachment

Weverton Rocha (PDT-MA): "Os próximos dois, três dias serão aqui de debates duros. Sabemos que o muro construído lá na frente, esta casa terá a tarefa de desfazê-lo na segunda-feira", afirma o deputado. "Aqui nós vamos ter vários momentos para expor nossas ideias, para colocá-las de forma clara. Uma coisa é certa: nós sabemos a importância que significa o debate que estamos tendo agora", completa. Segundo o pedetista, solução para a crise não é a deposição de Dilma Rousseff. "Isso jamais nos autoriza arrancar de forma bruta um mandato popular dado pelo povo brasileiro", afirma.

Governo do DF espera 300 mil manifestantes na Esplanada no domingo

O governo do Distrito Federal espera 300 mil manifestantes -- contra e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff -- na Esplanada dos Ministérios no domingo (17), quando a Câmara dos Deputados decide o prosseguimento do processo em votação aberta. Um muro foi erguido pelo governo distrital no gramado da Esplanada para separar os manifestantes.
Ricardo Marchesan, em Brasília

Cardozo diz que pode entrar com mais ações no STF

Ao deixar o plenário, o ministro da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, disse que não descarta entrar com nova ação no STF contra o processo de impeachment, até mesmo antes da votação do domingo. "A cada passo nós vamos avaliando", afirmou. Ele classificou a defesa que fez no plenário como "mais um round de uma batalha dura".

'Golpe irá condenar sociedade na história', diz petista

Deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) diz que "golpe irá condenar sociedade na história". "Não há crime porque a presidente não é ré", diz.