Deputado do PSD deixa secretaria de GO para votar pelo impeachment
"Retomo o mandato como deputado federal para votar a favor
do impeachment de Dilma Rousseff. Faço isso por acreditar que é o
caminho certo, dado o estado lamentável das coisas do nosso país", diz
deputado Thiago Peixoto (PSD-GO), que abandonou a secretaria de Gestão e
Planejamento do estado de Goiás. "A posição que defendo é a posição do
estado de Goiás, de um país que quer emergir de um turbilhão."
Para ex-ministro, Temer se sustentaria como vice se impeachment for arquivado
Membro da Executiva Nacional do PMDB e braço direito do
vice-presidente Michel Temer, o ex-ministro Eliseu Padilha disse, nesta
sexta-feira (15), que Temer se sustentaria como vice de Dilma Rousseff
caso o processo de impeachment seja arquivado. Padilha está na Câmara
dos Deputados para acompanhar a sessão que trata da abertura do processo
contra a petista. Leia Mais
Impeachment é o único caminho constitucional, diz deputado do PSD
"O impeachment não está dividindo o Brasil. O que está
dividindo o Brasil é uma crise ética e moral. Precisamos dar uma
resposta. Este é único caminho constitucional para fazer isso", diz o
deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA) em discurso na Câmara dos
Deputados.
Evandro Gussi (PV-SP) cita Lênin para criticar PT
Evandro Gussi (PV-SP) cita Lênin: "acuse-os do que você faz
e chame-os do que você é". Depois, critica discurso de José Eduardo
Cardozo, "que trata as finanças públicas como se fosse o dinheiro que se
leva ao mercado". "As estátuas de Lênin, derrubadas na Europa, cairão
domingo", brada.
PT lista 26 atos pró-Dilma em 21 cidades nesta sexta
Em listagem disponível em seu site, o PT relacionou 26 atos
marcados para esta sexta (15) "em defesa da democracia", classificação
que vem sendo dada a manifestações contra o impeachment da presidente
Dilma Rousseff. Os atos, que incluem manifestações nas ruas, vigílias e
palestras, serão realizados em 21 cidades de dez Estados brasileiros e
duas fora do país (Londres e Washington). Várias das manifestações são
convocadas pela Frente Brasil Popular, que reúne centrais sindicais e
movimentos sociais.
Para Bruno Covas (PSDB-SP), PT é responsável por divisão e intolerância
"Faltam investimentos em infraestrutura, falta
investimentos a longo prazo. Houve a submissão da política econômica aos
interesses partidários", diz Bruno Covas (PSDB-SP), criticando a
divisão do país entre diversas classes. "Estamos hoje colhendo raiva e
intolerância", completa.
Bruno Covas (PSDB-SP) cita Petrolão e acusa Dilma e crime de responsabilidade
Bruno Covas (PSDB-SP) faz referência ao assassinato de
Celso Daniel, ao Mensalão, ao Petrolão e a "um projeto bolivariano para o
país". "A Lei de Diretrizes Orçamentárias é clara: o governo poderia
abrir créditos por decreto, desde que não fosse comprometida a meta de
superávit. Mesmo sabendo que não ia cumprir esta meta, o governo editou
seis decretos que abriram um crédito de R$ 6,5 bilhões. A presidente
Dilma cometeu crime de responsabilidade", assegura. "Foi ela que
autorizou a compra de Pasadena, que é um ato que simboliza e cristaliza o
Petrolão", completou.