sexta-feira, 15 de abril de 2016



Partidos orientam votos na Câmara sobre o impeachment; siga - bloco V

Uol Notícias


Líder do governo diz ter 200 votos para barrar impeachment

O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou ao discursar no Plenário que há pelos menos 200 votos para barrar o impeachment na votação deste domingo (17). "Eu tenho minha lista aqui. Nós não teremos menos de 200 votos aqui no plenário", disse Guimarães. Para barrar o processo, a presidente Dilma Rousseff precisa do apoio de pelo menos 172 deputados. A oposição precisa de 342 votos para aprovar o processo. 


Para Imbassahy, brasileiro foram às ruas para pedir recomeço

"Dilma mentiu aos brasileiros e os induziu a erro ao prometer o que não poderia cumprir", critica Antonio Imbassahy (PSDB-BA) em discurso na Câmara dos Deputados. "Os milhões de brasileiros que foram às ruas já mostraram o que querem: a chance de um recomeço", completou.

Imbassahy diz que defensores de Dilma não negam infrações

"O impeachment é o remédio jurídico que deve ser aplicado contra a presidente da república que cometeu crime de responsabilidade", argumenta o deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA). "O que ficou evidente durante toda a discussão é que seus defensores não negam as infrações à legislação. Apenas tentam tumultuar a discussão e desviar o foco central. O PT, que agora prega o respeito à Constituição, é o mesmo PT que votou contra o texto da Constituição de 1988. É o mesmo PT que apoio mais de 50 pedidos de impeachment contra os presidentes Fernando Henrique, Itamar Franco e Fernando Collor. A própria presidente já admitiu ter recorrido a manobras ilegais para se justificar, porque outros antes dela assim o fizeram."

Deputado do PT cobra pacto após vitória do governo contra impeachment

"O país tem que dizer um não, porque nós não podemos... Temos que discutir isso na segunda-feira. Porque eles não têm votos para o impeachment. Este país precisa ser repactuado, mas não vai ser desta forma", encerra José Guimarães (PT-CE) em discurso na Câmara dos Deputados.






PSDB começa a sua defesa pró-impeachment

Daniel Coelho abriu a segunda sessão do processo de impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. O deputado pernambucano foi o primeiro a falar pelo PSDB. "Nas ditaduras, no fascismo e nazismo, não há espaço no Parlamento para discutir o orçamento", afirmou. Segundo ele, e é aí que nasce as pedaladas fiscais. "Em 2011 começou a prática de desrespeito", afirmou.

Relator do processo de impeachment se defende de ataque

Jovair Arantes (PTB-GO) subiu no palanque e se defendeu da acusação de que fora Eduardo Cunha (PMDB-RJ quem fez ele ser o relator do processo de impeachment. Jovair diz que foi eleito para ser o relator com 62 dos 65 votos da Comissão do Impeachment. E afirmou ainda que os 3 que não votaram não foram contra, mas se abstiveram. “Digo que nós usamos 16 técnicos competentes nesse trabalho (o relatório)”.

Arlindo Chinaglia vê má-fé e dolo na acusação contra Dilma

Para Arlindo Chinaglia (PT-SP), é de absoluta má fé e dolo a acusação de pedalada fiscal contra a presidente Dilma Rousseff. O petista disse que houve distorções e que agora estão tentando "cassar o voto de 54,5 milhões de brasileiros". "Quem é, respeitosamente, que prefere abdicar do seu direito legítimo de escolher o governo e delegar para a famosa Câmara dos Deputados e Senado. Como cidadão, tenho certeza que ninguém abriria mão. Eu também não abro mão", afirmou. Chinaglia foi o último a falar pelo PT.

Lula cobra "serenidade" de deputados em processo do impeachment



Deputado do PT reforça defesa de programas sociais

"Neste momento, estamos vivendo um momento onde poderemos continuar com os programas que levaram ao Brasil inteiro, a exemplo do Bolsa Família ou do Luz para Todos, a exemplo da quantidade de jovens que entraram nas universidades", discursa o deputado João Daniel (PT-SE). "Os 40 milhões que deixaram de passar fome passaram a sonhar. O sonho passou a ser realidade", acrescentou.

PM do DF apreende facões em ônibus de militantes contra impeachment

A Polícia Militar do Distrito Federal apreendeu 15 facões, uma garrafa, um tijolo e um estilingue que estavam em quatro ônibus na avenida N2, perto da Esplanada dos Ministérios. Segundo o coronel Jean, os ônibus estavam sendo usados por grupos contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O policial disse, no entanto, que "não pode afirmar se todos eram do MST" e que os facões "em princípio podem ser material de trabalho". Segundo o coronel, não houve violência e ninguém foi detido.

Deputado do PT relembra 20 anos de mortes em Eldorado dos Carajás

Deputado João Daniel (PT-SE) discursa na Câmara usando uma faixa com os dizeres 'fora Cunha' e 'não vai ter golpe'. "Nosso país está correndo um sério risco", diz. "Este dia 17 marca para nós, lutadores, o Massacre de Eldorado dos Carajás", completa, relembrando a morte de 19 integrantes do MST no Pará em 1996. No pronunciamento, João Daniel relembrou ainda outros conflitos agrários e "todos aqueles que lutam por uma sociedade mais justa".

Benedita da Silva defende conquistas sociais de governos do PT

"Levamos décadas e décadas sem um negrinho na universidade, sem uma mulher em um posto (público). Mas querem, mas uma vez, colocar uma distância naquilo que foi conquistado por essa gente digna", discursa Benedita da Silva (PT-RJ) na Câmara dos Deputados. "A democracia é o caminho pelo qual poderemos unificar a sociedade brasileira."

Teori rejeita pedido para anular prisão do publicitário João Santana

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido do publicitário João Santana para que fosse anulada sua prisão e para que seu caso fosse para a Corte. Em seu despacho, Teori julgou que a reclamação apresentada em março pela defesa do marqueteiro havia perdido o objeto, uma vez que as investigações relativas a Santana e a sua mulher, Mônica Moura, já haviam subido para o Supremo. Leia Mais

Benedita da Silva critica oposição e pede pacto

"Não me venham agora se vestir de verde-amarelo para dizer que estão defendendo o Brasil. Nós já vimos este filme", discursa Benedita da Silva (PT-RJ), defendendo Dilma Rousseff. "Ela tem moral, autoridade. O que falta é uma pactuação dos brasileiros que gostam deste país", completou.

Na TV, Dilma dirá que defensores do impeachment terão 'marca do golpe'

No pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão que a presidente Dilma Rousseff fará às 20h desta sexta-feira (15), ela afirmará que os defensores do impeachment podem até ter suas justificativas, mas que a história os deixará com a "marca do golpe". No discurso gravado na manhã de hoje, a petista ressaltou ainda que não pesa nenhuma denúncia de corrupção contra ela e que o impeachment pode representar um perigo para a democracia brasileira do país. Segundo ela, há um "golpe em curso no país" e é preciso lutar pela democracia. Leia Mais

Benedita da Silva culpa Câmara dos Deputados por crise política

Benedita da Silva (PT-RJ) cita momento histórico e defesa do estado democrático de direito. Em seu discurso, defende Dilma Rousseff como uma pessoa honesta. "Querem tirar dela aquilo que fomos para a rua conquistar, para que ela pudesse nos representar", diz. "Agora dizem que temos 10 milhões de desempregados, por conta da crise política que esta casa tem criado. Estas pessoas desempregadas agora foram empregadas pelo governo de Lula e Dilma Rousseff. Querem o retrocesso na nossa chamada república", discursou.

Deputado do PT: 'Quem é réu na Lava Jato é Cunha, não Dilma'

Paulo Teixeira (PT-SP) critica relações feitas por deputados da oposição entre presidente Dilma Rousseff e Operação Lava Jata. "Quem é réu na Operação Lava Jato é o presidente da Câmara. Dilma Roussef é honesta", discursa deputado. "Ela nunca foi citada na operação."

Delatores da Andrade Gutierrez depõem na Justiça Federal

O ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Marques Azevedo e o ex-presidente da Andrade Gutierrez Energia Flavio David Barra, que fecharam acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato, serão interrogados pela Justiça Federal no Rio de Janeiro às 13h desta sexta-feira. É a primeira vez que os executivos da Andrade depõem para um juiz desde que decidiram colaborar com a Justiça e revelaram, dentre outros, o pagamento de dívidas da campanha de Dilma em 2010. Leia Mais

Golpe parlamentar mexerá em direitos dos trabalhadores, diz deputado do PT

"O que está acontecendo neste momento é uma tentativa de um golpe parlamentar, com raízes na imprensa e no empresariado. Por que um golpe parlamentar? Querem um golpe para mexer na Constituição para desconstruir direitos do trabalhar brasileiro", acusa deputado Paulo Teixeira (PT-SP). Segundo ele, decretos destinaram verbas a universidades e a investigações judiciais.

PMDB traz discursos duros contra Dilma

O PMDB abriu a sessão que discute o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Cinco deputados se revezaram no púlpito por uma hora com discursos duros contra a presidente. A exceção foi o líder da bancada, Leonardo Picciani (RJ), que trouxe fala mais neutra, embora tenha reconhecido que a maior parte da bancada votará contra o impeachment. Leia Mais

Para líder do PT na Câmara, carta de Temer a Dilma foi 'patética'

Temer e Cunha "nunca tiveram e nunca terão os 342 'sim'. Não é voto, não é eleição indireta", diz Afonso Florence (PT-BA) em discurso da Câmara, que chama de "patética" carta de Michel Temer à presidente Dilma Rousseff, divulgada no fim de 2015. "O que nós temos, de fato, é um conjunto de indecisos e indecisas, temendo a pressão feita até agora, agride, ofende parlamentares", completa o deputado, citando pesquisa VoxPopuli segundo a qual 58% da população seria contra o impeachment de Dilma Rousseff.

MST protesta contra impeachment em Sergipe

Integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra) protestam em defesa do governo Dilma Rousseff e da reforma agrária na altura do quilômetro 77 da BR-101, nas proximidades do Povoado Pedra Branca, em Sergipe.  Leia Mais

Deputado do PMDB-RJ pede que Dilma renuncie em caso de derrota na Câmara

"Existe um fator político [pelo impeachment]", diz deputado Altineu Côrtes (PMDB-RJ), em discurso na Câmara dos Deputados. "Sei que é doloroso. Mas tem um fato que vou falar aqui, muito importante: a presidente Dilma vem lutando contra este processo, que passou por dificuldades, foi torturada, mas dizem que o mais alto grau da sabedoria é a humildade. A presidente Dilma disse em entrevista anteontem que, se for derrotada aqui no dia 17, é carta fora do baralho. Se ela for derrotada dia 17, no dia 18, ela não deve deixar o Brasil passar por este processo todo. Se ela tem humildade e declarou que é carta fora do baralho, deve vir a público no dia 18 e renunciar à presidência", defende.

Altineu Côrtes (PMDB-RJ) elogia Dilma, mas diz que voto por impeachment 'não é pessoal'

Deputado Altineu Côrtes (PMDB-RJ) diz que Dilma "sempre foi muito gentil, muito solícita", mas afirma que "os fatos estão aí" "Não é contra A, B, C ou D. Há companheiros valorosos do governo que participaram de muitas lutas (...). Não temos que trazer questões pessoais, e minha questão não é pessoal. O crime de responsabilidade não foi cometido por querer, não é isso. As coisas aconteceram, os fatos são esses. O relatório foi aprovado, e cada um de nós tem que tomar uma posição. Eu fui eleito por nossos eleitores, que estão divididos. A imensa maioria dos eleitores hoje é favorável ao processo de impeachment", assegura.

'Não tenho nada contra Dilma, mas tenho um compromisso', diz deputado do PSD-PI

"A previdência social tem um rombo de um regime geral de R$ 86 bilhões", diz o deputado Júlio César (PSD-PI) na Câmara dos Deputados. "Eu estou realmente muito preocupado. Não tenho nada contra a presidente Dilma, mas tenho um compromisso com o meu povo, com o meu Piauí. O pais está parado, regredindo", completa.

Lula pede que deputados não embarquem em "aventuras"

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravou nesta sexta (15) vídeo em que faz um alerta aos deputados federais sobre a votação da admissibilidade da denúncia do impeachment pela Câmara, que acontece neste domingo. Segundo Lula, o esforço para o Brasil ser reconhecido como uma nação com instituições sólidas pode ser jogado fora por um passo impensado no domingo. O ex-presidente pede que os parlamentares não "embarquem em aventuras, acreditando no canto da sereia dos que sentam na cadeira antes da hora". E segue: "derrubar um governo eleito democraticamente sem que haja um crime de responsabilidade não vai consertar nada. Só vai agravar a crise". Assim como a presidente Dilma Rousseff, Lula se comprometeu a "ajudar na reconstrução do diálogo e unir o país".  Leia Mais

Deputado do PSD deixa secretaria de GO para votar pelo impeachment

"Retomo o mandato como deputado federal para votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff. Faço isso por acreditar que é o caminho certo, dado o estado lamentável das coisas do nosso país", diz deputado Thiago Peixoto (PSD-GO), que abandonou a secretaria de Gestão e Planejamento do estado de Goiás. "A posição que defendo é a posição do estado de Goiás, de um país que quer emergir de um turbilhão."

Para ex-ministro, Temer se sustentaria como vice se impeachment for arquivado

Membro da Executiva Nacional do PMDB e braço direito do vice-presidente Michel Temer, o ex-ministro Eliseu Padilha disse, nesta sexta-feira (15), que Temer se sustentaria como vice de Dilma Rousseff caso o processo de impeachment seja arquivado. Padilha está na Câmara dos Deputados para acompanhar a sessão que trata da abertura do processo contra a petista. Leia Mais

Impeachment é o único caminho constitucional, diz deputado do PSD

"O impeachment não está dividindo o Brasil. O que está dividindo o Brasil é uma crise ética e moral. Precisamos dar uma resposta. Este é único caminho constitucional para fazer isso", diz o deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA) em discurso na Câmara dos Deputados. 

Evandro Gussi (PV-SP) cita Lênin para criticar PT

Evandro Gussi (PV-SP) cita Lênin: "acuse-os do que você faz e chame-os do que você é". Depois, critica discurso de José Eduardo Cardozo, "que trata as finanças públicas como se fosse o dinheiro que se leva ao mercado". "As estátuas de Lênin, derrubadas na Europa, cairão domingo", brada.

PT lista 26 atos pró-Dilma em 21 cidades nesta sexta

Em listagem disponível em seu site, o PT relacionou 26 atos marcados para esta sexta (15) "em defesa da democracia", classificação que vem sendo dada a manifestações contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os atos, que incluem manifestações nas ruas, vigílias e palestras, serão realizados em 21 cidades de dez Estados brasileiros e duas fora do país (Londres e Washington). Várias das manifestações são convocadas pela Frente Brasil Popular, que reúne centrais sindicais e movimentos sociais.

Para Bruno Covas (PSDB-SP), PT é responsável por divisão e intolerância

"Faltam investimentos em infraestrutura, falta investimentos a longo prazo. Houve a submissão da política econômica aos interesses partidários", diz Bruno Covas (PSDB-SP), criticando a divisão do país entre diversas classes. "Estamos hoje colhendo raiva e intolerância", completa.

Bruno Covas (PSDB-SP) cita Petrolão e acusa Dilma e crime de responsabilidade

Bruno Covas (PSDB-SP) faz referência ao assassinato de Celso Daniel, ao Mensalão, ao Petrolão e a "um projeto bolivariano para o país". "A Lei de Diretrizes Orçamentárias é clara: o governo poderia abrir créditos por decreto, desde que não fosse comprometida a meta de superávit. Mesmo sabendo que não ia cumprir esta meta, o governo editou seis decretos que abriram um crédito de R$ 6,5 bilhões. A presidente Dilma cometeu crime de responsabilidade", assegura. "Foi ela que autorizou a compra de Pasadena, que é um ato que simboliza e cristaliza o Petrolão", completou.

Líder do governo diz ter 200 votos para barrar impeachment

O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou ao discursar no Plenário que há pelos menos 200 votos para barrar o impeachment na votação deste domingo (17). "Eu tenho minha lista aqui. Nós não teremos menos de 200 votos aqui no plenário", disse Guimarães. Para barrar o processo, a presidente Dilma Rousseff precisa do apoio de pelo menos 172 deputados. A oposição precisa de 342 votos para aprovar o processo. 

Para Imbassahy, brasileiro foram às ruas para pedir recomeço

"Dilma mentiu aos brasileiros e os induziu a erro ao prometer o que não poderia cumprir", critica Antonio Imbassahy (PSDB-BA) em discurso na Câmara dos Deputados. "Os milhões de brasileiros que foram às ruas já mostraram o que querem: a chance de um recomeço", completou.

Imbassahy diz que defensores de Dilma não negam infrações

"O impeachment é o remédio jurídico que deve ser aplicado contra a presidente da república que cometeu crime de responsabilidade", argumenta o deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA). "O que ficou evidente durante toda a discussão é que seus defensores não negam as infrações à legislação. Apenas tentam tumultuar a discussão e desviar o foco central. O PT, que agora prega o respeito à Constituição, é o mesmo PT que votou contra o texto da Constituição de 1988. É o mesmo PT que apoio mais de 50 pedidos de impeachment contra os presidentes Fernando Henrique, Itamar Franco e Fernando Collor. A própria presidente já admitiu ter recorrido a manobras ilegais para se justificar, porque outros antes dela assim o fizeram."

Deputado do PT cobra pacto após vitória do governo contra impeachment

"O país tem que dizer um não, porque nós não podemos... Temos que discutir isso na segunda-feira. Porque eles não têm votos para o impeachment. Este país precisa ser repactuado, mas não vai ser desta forma", encerra José Guimarães (PT-CE) em discurso na Câmara dos Deputados.

Deputado do PT rebate crítica de opositor e cita articulação de Temer

José Guimarães (PT-CE) rebate críticas de Lelo Coimbra (PMDB-ES). "É mais grave estar em um hotel articulando ou no [Palácio do] Jaburu [residência do vice-presidente] recebendo para distribuir ministérios?", pergunta, referindo-se à articulação feita pelo ex-presidente Lula em um hotel próximo ao Congresso.

No Senado, ex-petista Cristovam Buarque apoia impeachment

Cristovam Buarque (PPS-DF), que foi ministro de Lula e atualmente é crítico do PT, estava, até ontem, entre os indecisos. Agora, tanto PPS quanto PSB já declararam apoio ao impeachment da presidente. Leia Mais

Líder do PT na Câmara diz: 'Não teremos menos de 200 votos contra o impeachment'

José Guimarães (PT-CE) abre discursos favoráveis ao governo parabenizando mobilização "contra o golpe". Em seu pronunciamento, cita governadores de RS, de RJ e de GO como líderes que não são cassados diante de crises de popularidade. "Não é razoável este tipo de discurso aqui dentro", afirmou. "Não podemos cometer essa injustiça contra um ser humano, essa perseguição. É isso que está sendo feito. Cadê os votos [pró-impeachment]? Nós não teremos menos de 200 votos", acrescenta.

Dilma Rousseff anda de bicicleta na manhã de sexta-feira

Na manhã desta sexta-feira (15), no mesmo dia em que começou a votação do impeachment da presidente, Dilma Rousseff pedalou nos arredores do Palácio do Alvorada, em Brasília (DF). Dilma vai gravar um pronunciamento para ser veiculado em cadeia nacional de rádio e televisão na noite de hoje, às 20 horas

Manifestantes protestam contra o impeachment e fecham rodovias em PE

Manifestantes estão interditando várias rodovias de Pernambuco na manhã desta sexta-feira (15). O protesto é contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff e pela democracia. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, a BR-232 está interditada em três trechos, a BR-408, a BR-316, a BR-408, a BR-104 e a BR-101 tem um ponto de bloqueio cada. Os protestos estão ocorrendo em São Caetano, Arcoverde, Toritama, Moreno, Paudalho, Águas Belas, Petrolândia, Bonança e Goiana e são realizados por integrantes do Movimento Sem Terra (MST).